sexta-feira, 20 de março de 2020

A Sentinela acusa um pastor de ser falso profeta! Por quê?®

É muito comum encontrar, nas publicações da Sociedade Torre de Vigia (STV), a afirmação de que líderes religiosos (obviamente, que não sejam Testemunhas de Jeová – TJ) são falsos profetas. Tais acusações, porém (pelo menos até onde saiba e pude pesquisar) são sempre despersonalizadas, isso é, não se dá “nome ao boi” ou “aos bois”.
Só conheço uma publicação na qual o Corpo Governante (CG) nominou e “agraciou” uma pessoa (o Pastor de uma igreja) com o título (direto e certeiro) de “falso profeta”. 
Como veremos mais abaixo, na Sentinela em que assim o fez, o CG se limitou a informar o nome, reproduzir as (poucas) palavras usadas na formulação da profecia (que se referia a um intervalo entre duas datas, na qual ocorreria o Armagedon, o que, obviamente, não ocorreu), a fonte  de onde retirou as palavras transcritas e, apenas com base nisso, “cravou” que o Pastor é um - falso profeta.
As informações que consegui encontrar na internet sobre tal Pastor são poucas e repetidas logo, não há elementos extras ao que consta da Sentinela que permitam entender melhor em que contexto se deu a “profetada”, mas, estou certo que todas as TJ irão concordar que isso seria irrelevante aqui, pois, apenas aquilo que consta da Sentinela na qual o “título foi concedido” já era mais que suficiente a permitir ao CG fazer o “diagnóstico” (certeiro) que fez.
 Antes de tratar, especificamente, de tal falso profeta e de sua falhada profecia, vou citar duas outras afirmações do CG relacionada ao tema:
A - Revista Despertai de 22/4/1969, p. 23: Embora sem citar nomes, esta revista reafirmou que o referido Pastor foi um falso profeta, nos seguintes termos:
“É verdade, houve aqueles que, em tempos passados, predisseram um “fim do mundo”, até mesmo anunciando uma data específica”. O fim não veio. Eram culpados de profetizar falsamente. (...)”
BLivro “Raciocínios à Base das Escrituras” (p. 160): Não obstante estar abaixo do Título “Falsos Profetas”, um dos subtítulos afirma:
O que os profetas verdadeiros
 predizem acontece, mas podem
 não entender exatamente
 quando e como sucederá.
Obs – Abaixo deste subtítulo o livro fornece uma sequência de versos bíblicos que visam dar base à afirmação.
- Discordo, tanto da afirmação (no sentido pretendido no livro – servir, em alguma medida, de “desculpa” ao profeta caso a profecia não se dê, tal e qual, profetizada) e dos textos citados para comprová-la, porém, como é possível usá-la (em uma interpretação a “contrario sensu”) para identificar um falso profeta, resolvi a utilizar, até porque, estou certo que ninguém que ler este artigo irá concluir que, aplicando a afirmação do Lv. Raciocínios ao referido Pastor
 fica claro que, na verdade, a
Sentinela errou ao taxá-lo
de “falso profeta”, 
afinal, à contrario sensu do subtítulo que destaquei, pouco importa se o falso profeta sabe (ou pelo menos acha que sabe) como se dará  o evento que profetizou e se sabe exatamente quando ele ocorrerá, afinal, basta que o evento profetizado não aconteça para que tenhamos um falso profeta (conclusão que tem total apoio bíblico no texto de Dt. 18:21-22).
         Dito isso, vejamos o único exemplo que conheço no qual a Sentinela nominou aquele a quem atribuiu o título de falso profeta.
"EM CERTO momento, entre 15 e 23 de abril de 1957, o Armagedon arrasará o mundo! Milhões de pessoas perecerão nas suas chamas e a terra ficará devastada.” Assim profetizou certo pastor da Califórnia, Mihran Ask, em janeiro de 1957.1
 
Tais falsos profetas tendem lançar descrédito sobre o assunto do Armagedon".
S.1/3/59, p.133
Obs - De extra sobre o referido Pastor, o que conseguir encontrar na internet foi: a informação de que ele nasceu em 20/3/1886 em um local chamado Shabin Karahisar (segundo o google maps, isso fica na Turquia); que foi pastor de uma igreja evangélica chamada “Igreja Remanescente em Gilroy” (uma cidade da Califórnia); que foi candidato a presidente dos EUA em 1964, que teria recebido "fantásticos” 10 votos e, por fim, que morreu em 6/2/79 (vivendo, portanto, cerca de 93 anos), na cidade de Morgan Hill, também na Califórnia. 
Resultado de imagem para Mihran Ask BushMaterial de Campanha
Agora vamos as razões pelas quais o pastor foi tachado de “falso profeta”: Das poucas informações que temos, creio que os elementos que permitiram ao CG a atribuição do desagradável (e verdadeiro) título foram (em ordem crescente de importância):
- O fato de ser (ou pelo menos se dizer ser) um Pastor (Pastores reivindicam que têm um chamado especial de Deus, chamado mencionado pelo Ap. Paulo em Ef. 4:11), portanto, alguém que se diz um “representante autorizado” de Jeová na terra.
- O fato de ter, na qualidade de Pastor, fixado uma data para um evento mencionado na Bíblia.
- E, o ponto mais importante que, sozinho, já é suficiente a justificar a atribuição do título de falso profeta - o fato do evento bíblico não ter ocorrido na data ou período marcado.
Pelo menos o último ponto acima têm total apoio  da Despertai citada, pois, o CG identifica aos que chama de falsos profeta, não em razão de alguma reivindicação que faziam quanto a serem “porta vozes de Jeová” mas apenas pelo fato de terem marcado datas nas quais não se cumpriu o que profetizaram (...houve aqueles que, em tempos passados, predisseram um “fim do mundo”, até mesmo anunciando uma data específica”...), assim, segundo a Despertai citada, a indicação de uma data específica é mais que suficiente para que o CG acertasse ao afirmar que eram:  ...culpados de profetizar falsamente. (...)”
         Em relação à afirmação do Lv. Raciocínios ela, no fundo (e a contrario sensu), também confirma que o CG acertou em sua conclusão sobre o Mihran Ask e todos os demais que marcaram datas para o fim, são falsos profetas, afinal, as poucas palavras que o CG transcreveu para concluir que seu escritor foi um falso profeta, revelam que:
O que os profetas (não)verdadeiros predizem
 (não) acontece, mas podem sendo irrelevante
se  não entender[em] exatamente
 quando e como sucederá.
Embora não tenha sido relevante para o CG, a fim de classificar Mihran Ask como falso profeta, observo que naquilo que conhecemos de sua profecia, foram dados apenas alguns poucos detalhes de como se daria aquilo que profetizou e ele não sabia, exatamente, quando se daria o evento (propôs não uma data, mas sim, um intervalo de tempo entre duas datas) mas, repito, tudo isso é irrelevante, pois, o que profetizou, não aconteceu.
Obs – Obviamente, não podemos deixar de concluir que Mihran Ask foi um falso profeta em razão de:
- ter profetizado sobre um evento que a Bíblia, realmente, prevê (se assim fosse, haveria um meio muito fácil para qualquer falso profetas burlar Dt. 18:21-22, fugindo do título de falso profeta – bastaria profetizar sempre tendo em vista um evento bíblico futuro) e, muito menos
- entender que, como o Armagedon vai, realmente, ocorrer algum dia, então, quem fixa uma data  que vem a se mostrar falsa, não é um falso profeta mas apenas alguém que errou os cálculos (se assim fosse, mais uma vez, se faria “letra morta” os dois versos bíblicos do Antigo Testamento acima citados)!
Além disso, o Novo Testamento, nos traz uma verdade bíblica absoluta sobre este tema:
       Um profeta, se verdadeiro for, nunca marcará datas para eventos que Jeová reservou só para si, afinal, não é possível que um verdadeiro profeta de Jeová, na era pós apostólica, desconheça que:
“Não vos cabe obter conhecimento dos tempos ou das épocas que o Pai tem colocado sob a sua própria jurisdição... (At. 1:7)
Ora! Para tais “tempos e épocas” Jeová não comissiona profeta algum, logo, se alguém que se afirma profeta, profetizar sobre tais “tempos e épocas” anunciando “até mesmo uma data específica” – nada mais precisa ser avaliado, tal profeta será tão verdadeiro quanto uma cédula de três reais e cinquenta centavos!
         Tal realidade, por si só, deixa evidente que esteve absolutamente certo o CG quando afirmou (em 1963):
“É verdade, houve aqueles que, em tempos passados, predisseram um “fim do mundo”, até mesmo anunciando uma data específica”. O fim não veio. Eram culpados de profetizar falsamente.
Assim sempre foi e assim sempre será, em especial, para Mihram Ask e qualquer outro falsário que anunciou ou vier a anunciar “data ou datas para o fim” – serão todos culpados de profetizar falsamente!
Embora sem ter obtido muitas informações sobre Miharam Ask, posso presumir, considerando a natureza humana, que o mais provável é que ele tenha tentado justificar seu fracasso profético, de tal forma a não parecer que fosse um falso profeta e, com base nesta presunção, pergunto:
- Mihran Ask (ou qualquer outro profeta atual, que marcou uma ou mais datas para eventos bíblicos) teria alguma justificativa a dar capaz de fazer você, leitor deste artigo, concluir, sem desprezar Dt. 18:20-21 e At. 7:1, que ele não foi um (legítimo) FALSO PROFETA?
Pense nisto e me escreva respondendo à pergunta acima.
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Responda, Comente, Complemente, Discorde, Critique e, se encontrou algum erro de grafia no texto, aproveite para indicá-lo para mim. Desde já, agradeço. 

quarta-feira, 18 de março de 2020

EXERCÍCIO: “TJ - POTENCIAIS MENTIROSAS SINCERAS”!? ®

A ideia, neste artigo, é convidar as TJ que o lerem a raciocinarem de acordo com as premissas que irei estabelecer (em artigos já escritos e em futuros artigos já defendi e irei defender a veracidade das premissas que irei neste indicar), porém, aqui, meu pedido é que tais premissas sejam admitas por verdadeiras, ainda que seja apenas durante a leitura e reflexão sobre este artigo.
Se as TJ se permitirem assim fazer (e se estiverem lendo este Blog já estarão se permitindo fazer algo que o Corpo Governante [CG] proíbe, logo, não estou pedindo nada de mais), terão melhores condições de entender a lógica que me motiva a escrever e isso lhes dará melhores condições de analisar se tal lógica é, realmente, lógica e, portanto, se dentro das premissas que me servem de “ponto de partida”, tenho ou não (no todo ou em parte) razão naquilo que afirmo.
TESE - A doutrina das “novas luzes” (baseada em Pv. 4:18) que as Testemunhas de Jeová (TJ) usam para justificar as “mudanças de entendimento” (do “sim” para o “não”, do “é”, para o “não é”, do “pode” para o “não pode”, etc) PARECE ser muito muito útil, mas, na verdade, é uma “solução” que só gera problemas pois, entre outras possibilidades, nos permite concluir, seguramente, que:
mesmo que inconscientemente, o importante para uma TJ não é ser conhecedor “da verdade” (daquilo que a Bíblia realmente ensina sobre cada tema bíblico), mas sim, conhecer, crer e ensinar a outros (como sendo verdades bíblicas absolutas) aquilo que o Corpo Governante (CG) ensinar que são verdades bíblicas, em cada momento considerado!
Isso revela que as TJ vivem uma necessária dicotomia: creem e (principalmente) ensinam para outros, cada ponto de fé que defendem como sendo “verdades absolutas”, como sendo “aquilo que a Bíblia realmente ensina”, porém, sabem que podem passar a defender algo totalmente contrário ao que ensinavam até hoje (como sendo “a verdade”, “aquilo que a Bíblia realmente ensina), já a partir de amanhã – basta que a Sentinela assim determine!
Conclusão – A doutrina das novas luzes tornam as TJ (não membros do CG) “potenciais mentirosas sinceras” ou “potenciais mentirosas de boa-fé”, afinal, quando ensinam algo, em especial no serviço de pregação ou nos estudos bíblicos domiciliares, o fazem com plena convicção de que estão ensinando a verdade, aquilo que a Bíblia realmente ensina. Elas não escondem daqueles a quem ensinam (pelo menos não em uma atitude pensada e calculada a fim de enganar) que qualquer ponto ensinado pode deixar de ser verdade a partir da próxima Sentinela que circular, mas, deixam de fazer este alerta porque estão condicionadas a pensar que o CG só ensina a  verdade sobre a Bíblia, logo, aquilo que já ensinou ou que vier a ensinar (por mais contraditório que tais ensinos sejam entre si) têm a mesmíssima qualidade – são “a verdade”, “aquilo que a Bíblia realmente ensina”!

- Minha comprovação Empírica – Eu, nunca, jamais ouvi (e não foram e nem são poucas as oportunidades no qual isso poderia ocorrer) uma TJ,  que defendeu para mim um determinado ponto de fé, encerrar sua defesa afirmando algo como:
“isso que lhe ensinei como sendo a verdade, aquilo que a Bíblia realmente ensina, pode ser, no todo ou em parte, modificado a qualquer tempo e se assim ocorrer, devemos aderir incondicionalmente ao ensino modificado”.
- Sua comprovação Empírica – E você, TJ que está lendo este artigo? Conclui seus ensinos falando coisas, ao menos, semelhantes às aspas acima? Se sua resposta for “não” (e creio que será) a sua comprovação empírica, confirma e justifica a minha!
- PREMISSAS – Ao ler o restante deste artigo peço que as TJ tenham por certo, por verdades absolutas (ainda que apenas durante a leitura e reflexão sobre este artigo) os seguintes pontos:
1 – Você crê, irrestritamente, naquilo que o CG ensina, como sendo “a verdade”, “aquilo que a Bíblia realmente ensina.
2 – Se o CG passar a ensinar algo muito diverso do que ensinava antes, a respeito de qualquer ponto de sua fé, para você o CG ensinava e continua ensinando a “verdade” sobre aquele ponto de fé (tanto antes quanto após a mudança de entendimento efetuada).
Partindo destas duas premissas proponho o seguinte exemplo:
- Se, nesta data (18/3/2020), enumerarmos e somarmos os pontos de fé nos quais você, TJ que está lendo este artigo, crê (vou fixar aqui, aleatoriamente, que o resultado da soma foi de 300 pontos de fé), é este “conjunto de verdades bíblicas” que você (e todas as demais TJ), não apenas creem, mas ensinam a outros (com total sinceridade e absoluta convicção) como sendo, cada um deles – a verdade, aquilo que a Bíblia realmente ensina!
- Se tal contabilidade fosse feita a 10 anos atrás e, ao assim fazer, se concluísse que:
Também eram 300 os pontos de fé das TJ, porém, 10 deles eram entendidos de forma completamente oposta a de hoje (do “sim” para o “não”, do “pode” para o “não pode”, etc), então, em 18/3/2010, cada um daqueles 300 pontos eram “a verdade, aquilo que a Bíblia realmente ensina” e você (e todas as demais TJ), não apenas criam neles mas os ensinavam a outros (com total sinceridade e absoluta convicção) – como sendo verdades bíblicas (aquilo que a Bíblia realmente ensina).
- Se esta mesma contagem e enumeração for feita daqui a 10 anos (18/3/2030) e se concluir que:
- As crenças das TJ continuaram totalizando 300 pontos de fé, porém, que  10 de tais pontos (os mesmos que mudaram radicalmente entre 18/3/10 e 18/3/20) voltaram a ser entendidos como em 18/3/10 você, TJ que lê este artigo e todas as demais TJ irão crer (piamente) e ensinar a outros (com toda a convicção) que cada um destes 300 pontos de fé são – A VERDADE, AQUILO QUE A BÍBLIA REALMENTE ENSINA!   
            Encarando, ainda que temporariamente, o exemplo acima como sendo uma verdade incontestável, proponho a seguinte:
DISCUSSÃO: O próprio CG ensina que:
Não pode haver duas verdades, quando uma não concorda com a outra. Ou uma ou a outra é verdadeira, mas não ambas. Crer sinceramente em alguma coisa e praticá-la não a torna certa, se realmente for errada.
                                          Lv. Poderá Viver – p. 32, parte final do §19

2Sem conhecimento exato podemos ser enlaçados por ensinos falsos promovidos pelo opositor de Deus, Satanás, o Diabo, que é “mentiroso e o pai da mentira”. (João 8:44) Portanto, se certa doutrina contradiz a Palavra de Deus, se é uma mentira, então, crer nela e ensiná-la desacredita a Jeová e nos coloca em oposição a ele. Assim, temos de examinar cuidadosamente as Escrituras Sagradas para saber distinguir entre a verdade e a falsidade. (Atos 17:11) Não queremos ser como os que estão “sempre aprendendo, contudo, nunca podendo chegar a um conhecimento exato da verdade”. — 2 Timóteo 3:1, 7.
Sentinela 1/6/88. p.15
- Não obstante o condicionamento mental e toda a sinceridade que se possa ter a verdade, como revela o próprio CG nas publicações acima, é uma só!
- Não há duas verdades quando uma não concorda com a outra: ou se estará ensinando a verdade ou a mentira (como se verdade fosse).
 - Se o conhecimento sobre certo ponto de fé é progressivo (e não exato, como se defende na Sentinela acima), a sinceridade e a boa-fé não socorrem, se estará enlaçado por ensinos de Satanás, mesmo que a fonte de tais ensinos seja o CG!
- Quem acredita na doutrina da “iluminação progressiva”, por mais que não queira, está sempre aprendendo mas nunca chegará ao conhecimento exato da verdade (não vejo como fugir desta lógica! Você vê?).  
Como já destaquei em outro artigo deste Blog, muito melhor seria se os membros do CG, ao invés de afirmar (mentiras) como esta:
5A modéstia e a humildade mental lubrificam as engrenagens da comunicação. (Pro. 11:2; Atos 20:19) As pessoas se sentiam atraídas a Jesus porque ele era “de temperamento brando e humilde de coração”. (Mat. 11:29) Por outro lado, uma atitude de superioridade afasta as pessoas. Assim, EMBORA ESTEJAMOS TOTALMENTE CONVENCIDOS DE QUE TEMOS A VERDADE, é sensato evitar falar de modo dogmático.
NMR 8/02/02, p. 8
lembrassem às TJ, a cada vez que mencionarem o tema, que aquilo no que creem é (NMR 11/1985, p. 3, §6º), na melhor das hipóteses, a:
... VERDADE ATUAL ...
e que para tê-la é necessário:
... estudar diligentemente (...) o mais recente alimento
 espiritual distribuído pelo “escravo” (...)
afinal, quem deixa de estudar as publicações mais recentes do CG fica DESATUALIZADO NA VERDADE, pois, esta não é realmente A VERDADE, é apenas a VERDADE ATUAL (e passageira).
            Ausência de intenção de enganar e boa-fé, porém, não apagam a realidade: se você ensina coisas que sabe que podem mudar, mas as ensina como sendo verdades bíblicas absolutas, você está mentindo, você está promovendo o engano e como tal você passa a trabalhar para o inimigo e não para Jeová (creio que como eu, você também considerará que isso é muito sério e que não pode continuar assim, ou pode)?
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Em especial, você, TJ que leu este artigo: Discorda das premissas que indiquei? Mesmo concordando, chegou a outras conclusões? Se sim, não deixa de indicar quais foram, escrevendo para meu e-mail e/ou deixando um comentário. Se não, da mesma forma, escreva. Encontrou alguém erro de grafia no texto? Indique-o para mim. Desde já, agradeço. 

segunda-feira, 16 de março de 2020

Desde quando o CG fornece alimento IMPERFEITO? 2ª parte®

O chamado “corona vírus” está dando a chance de voltar a me dedicar a este Blog e ao assim fazer percebi que há um artigo anterior que têm em seu título “1ª Parte” e cuja continuidade, simplesmente, acabou ficando esquecida, razão pela qual vou aproveitar estas “férias forçadas” para me dedicar a escrever sua “segunda parte” (que, ainda, terá uma 3ª) e novos artigos.

Recordando: No primeiro artigo destaquei que aquilo que já era óbvio foi, expressamente e mais uma vez, declarado pelo Corpo Governante (CG) das Testemunhas de Jeová (TJ), porém, creio eu, tal declaração foi a mais forte, contundente e herética contra o próprio ensino (quando se considera o que afirma o texto de Mt. 24:45)  de todos os tempos (tanto que com base nesta mesma declaração escrevi o Artigo “Porção Insana de Alimento Espiritual Distribuído pelo CG” que é, ao menos neste momen-to e de longe, o artigo mais lido deste Blog e o segundo em número de comentários)!
              A referida declaração é a mesma que usei na série de textos que iniciei ontem (Intercalando), declaração que volto a reproduzir abaixo, destacando sua afirmação mais auto-herética:
12O Corpo Governante não recebe revelações da parte de Deus nem é perfeito. Por isso, ele pode cometer erros aos explicar assuntos da Bíblia ou ao dar orientações. Tanto é que no Índice encontramos o assunto “Esclarecimento de Crenças”, com uma lista de ajustes em nosso entendimento da Bíblia desde 1870. Na verdade, Jesus não disse que o escravo ia dar alimento espiritual perfeito.
 Rev. Sentinela de fev/2017 p.26
A fim de ganhar tempo aqui, não vou explicar a razão pela qual a afirmação acima, em especial, no trecho em vermelho, é auto herética, vou apenas reproduzir a imagem usada em um outro artigo deste Blog e destacar o que ele afirma. Vista a imagem e lida das afirmações, bastará compará-las com o trecho em vermelho acima para que a auto-heresia do CG das TJ “salte, com violência, aos olhos”!
 Estou certos que todas as TJ irão (embora não deveriam) concordar com o seguinte silogismo:
- É garantido que o CG da era apostólica distribuía alimento perfeito mas
- não é garantido que o CG das TJ distribua alimento perfeito, então:
- quando o CG deixou de ter apóstolos inspirados deixou de distribui alimento perfeito.
Ocorre que na verdade (como destacamos na parte final da Parte 1 e vamos apenas deixar mais evidente aqui para, futuramente, concluir com a parte 3 deste artigo), não podem as TJ acreditar na conclusão do silogismo acima, pois, têm que crer que houve pelo menos mais um período de tempo no qual, embora não contando o CG (das TJ) com homens inspirados, ainda assim, distribuiu  alimento espiritual perfeito, pois, se assim não tiver sido, restará destruída a crença na existência de um CG pós apostólico!
Assim, reavivando a pergunta, pergunto às TJ:
– A partir de quando o CG (das TJ) passou a distribuir
 alimento espiritual imperfeito?
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Quer responder? Quer comentar? Quer criticar? Pode indicar alguma necessária correção gramatical a ser feita no texto? Escrava para meu e-mail ou deixe um comentário. Desde já, agradeço.

domingo, 15 de março de 2020

INTERCALANDO - 1 (A Imperfeição vem de Jeová!)®

Por muitas vezes neste blog já expressei minha perplexidade diante do fato do Corpo Governante (CG) ter a capacidade de afirmar coisas completamente contraditórias entre si, contradições que as Testemunhas de Jeová (TJ) não conseguem perceber.
Dentre as hipóteses que já formulei para explicar as razões pelas quais as TJ não conseguem enxergar tais óbvias contradições se dá porque o CG não publica informações muito contraditórias na mesma publicação, mas sim, em publicações distintas de tal forma que isso facilita que a contradição passe despercebida.
Sendo assim, estou criando uma nova série de artigos para o Blog no qual pretendo apenas: transcrever trechos de informações contraditórias (usando cores diversas para cada afirmação transcrita acrescidos de comentários que visam apenas reforçar o que cada transcrição afirma), as intercalar e após deduzir algumas perguntas sobre o texto intercalado.
O objetivo é contribuir para que as TJ enxerguem que, com facilidade, acreditam em “verdades” contrárias entre si.
Texto 1 – Revista Sentinela de 1/10/99 p. 5, §4º – Título da Matéria: “Para Tudo Há Um Tempo Determinado” (Texto Puro):
4Por outro lado, se não compreendermos plenamente certos textos bíblicos, ou explicações fornecidas nas publicações da Torre de Vigia, será que temos motivos para ficar impacientes? O proceder sábio é aguardar o tempo determinado para Jeová esclarecer os assuntos. “Pois o Soberano Senhor Jeová não fará coisa alguma sem ter revelado seu assunto confidencial aos seus servos, os profetas.” (Amós 3:7) Que promessa maravilhosa! Mas, temos de dar-nos conta de que Jeová revela seus assuntos confidenciais no tempo que ele acha aconselhável. Para este fim, Deus tem autorizado um “escravo fiel e discreto” a dar ao povo dele “o seu alimento [espiritual] no tempo apropriado”. (Mateus 24:45) Por isso, não há motivo para ficarmos demasiadamente preocupados, ou mesmo agitados, por certos assuntos não terem sido plenamente explicados. Antes, podemos confiar que, se esperarmos pacientemente por Jeová, ele fornecerá o que for necessário “no tempo apropriado” por meio do escravo fiel.

Reprodução Reformatada e Comentada:
4Por outro lado, se não compreendermos plenamente certos textos bíblicos, ou explicações fornecidas nas publicações da Torre de Vigia, será que temos motivos para ficar impacientes?

O proceder sábio é aguardar o tempo determinado para Jeová esclarecer os assuntos.(Jeová não apenas determina o tempo apropriado para esclarecer algum assunto – ELE MESMO – dá o esclarecimento – é o que se vê na sequência.
“Pois o Soberano Senhor Jeová não fará coisa alguma sem ter revelado seu assunto confidencial aos seus servos, os profetas.” (Amós 3:7) Embora seja a transcrição de um verso bíblico, ele foi incorporado ao texto da matéria de estudo a fim de ressaltar um princípio bíblico que tem a ver com o tema em estudo, qual seja: Jeová NÃO FAZ COISA ALGUMA sem antes revelar a seus servos – OS PROFETAS. Assim é Jeová quem revela, antes de agir, a seu profeta atual (o CG), mas não só isso:     
... Jeová revela seus assuntos confidenciais no tempo que ele acha aconselhável.

Para este fim, Deus tem autorizado um “escravo fiel e discreto” a dar ao povo dele “o seu alimento [espiritual] no tempo apropriado”. (Mateus 24:45) Jeová tem autorizado um escravo a dar a seu povo o seu alimento.
Obs - Há um pequeno problema aqui na forma como o texto bíblico (de Mt. 24:45) foi intercalado no texto da matéria, problema que se encontra no pronome possessivo seu destacado em vermelho acima. O texto ora comentado dá a entender que o alimento espiritual distribuído pelo escravo é de JEOVÁ, porém, se lermos este verso diretamente na Tradução do Novo Mundo com Referências, veremos que este pronome “seu” é uma referência ao amo do escravo – JESUS – e não a Jeová (não é necessário entrar no mérito de tal divergência, até porque, ela reforça uma certeza absoluta:
O ALIMENTO QUE O ESCRAVO (CG) DISTRIBUI
NÃO É UMA PRODUÇÃO DELE (CG)   
Por isso, não há motivo para ficarmos demasiadamente preocupados, ou mesmo agitados, por certos assuntos não terem sido plenamente explicados. Se é de Jeová a função de contar ao CG seu “assunto confidencial” (por “assunto confidencial” leia-se, a fim de harmonizar com o contexto do texto de estudo “assuntos bíblicos não plenamente explicados”) então não há motivo para ficar preocupado ou agitado, afinal, apenas não chegou o momento de JEOVÁ revelar integralmente tal “assunto confidencial” e é exatamente isso que o lemos no final do parágrafo transcrito:  
 Antes, podemos confiar que, se esperarmos pacientemente por Jeová, ele fornecerá o que for necessário “no tempo apropriado” por meio do escravo fiel.

Texto 2 – Revista Sentinela de fev/2017 p. 26, §12 – Subtítulo da Matéria: “Quem É Realmente o Escravo Fiel e Prudente: (Texto Puro):
12O Corpo Governante não recebe revelações da parte de Deus nem é perfeito. Por isso, ele pode cometer erros aos explicar assuntos da Bíblia ou ao dar orientações. Tanto é que no Índice encontramos o assunto “Esclarecimento de Crenças”, com uma lista de ajustes em nosso entendimento da Bíblia desde 1870. Na verdade, Jesus não disse que o escravo ia dar alimento espiritual perfeito.
Reprodução Reformatada e Comentada:
12O Corpo Governante não recebe revelações da parte de Deus nem é perfeito. Por isso, ele pode cometer erros aos explicar assuntos da Bíblia ou ao dar orientações. Jeová nada revela ao CG, assim, aquilo que os homens do CG ensinam, mesmo atuando coletivamente como CG (como o “escravo” de Mt. 24:45), inclusive, ao explicar assuntos da Bíblia pode ser: um erro completo, erro e acertos misturados ou um completo acerto
Tanto é que no Índice encontramos o assunto “Esclarecimento de Crenças”, com uma lista de ajustes em nosso entendimento da Bíblia desde 1870. Desde 1870 é possível construir uma lista de AJUSTES (= correção de erros) do que o CG ensinou.
Na verdade, Jesus não disse que o escravo ia dar alimento espiritual perfeito. O alimento espiritual que o escravo (o CG) dá não é perfeito, Jesus nunca garantiu isso.

INTERCALANDO:
4Por outro lado, se não compreendermos plenamente certos textos bíblicos, ou explicações fornecidas nas publicações da Torre de Vigia, será que temos motivos para ficar impacientes? O proceder sábio é aguardar o tempo determinado para Jeová esclarecer os assuntos. “Pois o Soberano Senhor Jeová não fará coisa alguma sem ter revelado seu assunto confidencial aos seus servos, os profetas.” (Amós 3:7) Que promessa maravilhosa! O Corpo Governante não recebe revelações da parte de Deus. 
Mas, temos de dar-nos conta de que Jeová revela seus assuntos confidenciais no tempo que ele acha aconselhável. Para este fim, Deus tem autorizado um “escravo fiel e discreto” a dar ao povo dele “o seu alimento [espiritual] no tempo apropriado”. (Mateus 24:45) [porém] Jesus não disse que o escravo ia dar alimento espiritual perfeito.
 Por isso, não há motivo para ficarmos demasiadamente preocupados, ou mesmo agitados, por certos assuntos não terem sido plenamente explicados. Antes, podemos confiar que, se esperarmos pacientemente por Jeová, ele fornecerá o que for necessário “no tempo apropriado” por meio do escravo fiel. [que] não recebe revelações da parte de Deus [até porque] Jesus não disse que o escravo ia dar alimento espiritual perfeito.


PERGUNTAS:
1 – Conforme Mt. 24:45 o alimento distribuído pelo escravo pertence ou não há Jeová (ou a Jesus)?
2 – Quais destas “porções de alimento espiritual” acima (retirados das Sentinelas indicadas) está com a razão quanto à origem do alimento espiritual distribuído pelo CG?
3 – As razões pelas quais não é necessário ficar preocupado nem agitado são todas desacreditadas no segundo texto, logo, há razão para ficar preocupado e agitado com as mudanças de ensino do CG, não é?
4 – Uma porção imperfeita de alimento espiritual pode, ainda assim, ser chamada e encarada como “alimento NO TEMPO APROPRIADO” ou, perguntando de outra forma: há tempo apropriado para se “consumir” uma porção alimento espiritual imperfeita (e atribuí-la a Jeová)?


Aguardo as respostas de quem ler este artigo, em especial, se forem TJ.
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 Além de responder as 4 questões acima: Quer Comentar? Quer indicar alguma necessária correção gramatical no texto? Escreva para mim: 
 1tessalonicenses5.21@gmail.com – desde já, agradeço.

domingo, 1 de março de 2020

Dialogando - NÃO SÃO FALSOS PROFETAS? I ®


Recebi um e-mail de um(a) leitor(a) (vou chamá-lo[a] de “X”) que contêm um texto no qual, basicamente, se reproduz os argumentos de uma Revista Despertai que refuta (ou pelo menos tenta refutar) a afirmação de que as Testemunhas de Jeová (TJ)  são Falsos Profetas.
“X” afirmou ter convicção de que eu mudaria meu conceito sobre as TJ após ler o texto.
Estranhei o e-mail, afinal, este é um tema que ainda não tratei de forma direta em meu Blog (embora haja menções isoladas a ele em alguns artigos - como na Carta Aberta que escrevi à TJ que se dizia “enganada por Jeová”) e nem pretendia fazê-lo neste momento, porém, devido à falta de tempo para me dedicar ao Blog, resolvi aproveitar o e-mail resposta que estou elaborando para “X” em um (ou mais) artigos para o Blog a fim de, com isso, “matar dois cajados com uma ´coelhada´ só”. É o que segue:
- Prezado(a) “X” – Muito obrigado pela visita ao Blog e pelo texto que enviou. Não sei se foi você quem o escreveu, o que posso afirmar é que se foi você, descobri que já o havia publicado na internet antes de me enviar – e não há problema nenhum nisso.

Lhe convido a ler este e-mail (pelo qual pretendo iniciar um diálogo entre nós), com a mesma vivacidade, interesse e vontade de entender o ponto de vista do autor e, até mesmo, de concordar com ele (no todo ou em parte) caso me visse convencido pelos argumentos utilizados – isto é algo que me sinto livre para fazer, haja visto o texto bíblico como uso como codinome (IITs. 5:21). Espero que se sinta totalmente livre para desfrutar da mesma liberdade e, efetivamente, desfrute dela ao ler este e-mail.
Obs – Lendo o texto enviado, percebi que os argumentos  usados estão 100% basea-dos no texto de uma Revista Despertai (que já conhecia) e que circulou a quase 30 anos atrás (22/3/1993) o que me permite afirmar que se o texto que me enviou foi escrito por você, ainda assim, os argumentos que estão ali não são efetivamente seus, você apenas aderiu a eles, assim, volto a pedir seu empenho em, efetivamente, consi-derar um outro ponto de vista (e se discordar dele, indicar as razões de assim fazê-lo).  
          A fim de organizar este e-mail, que só passou a ser escrito após ter lido e meditado, trecho a trecho, no texto que enviou, vou:

A - indicar aquilo que mais chamou minha atenção (são apenas 3 pontos).
B - estabelecer algumas premissas básicas (que vão orientar minha argumentação).
A – Pontos de Maior Interesse: 

A.1 – O termo Expectativa(s)”: Este termo (entre singular e plural) aparece 17 vezes no texto (incluindo o título) e tem uma função bem evidente e por isso merece destaque aqui e análise mais abaixo.
A.2 – Suavização dos Termos: Aqui vou lhe perguntar algo que parecerá bem estranho, mas que tem total razão de ser:
                                      Você já ouviu falar em “flexibilização de preços”?

Este é um termo que o governo usou algumas vezes ao liberar aumento de preços (em especial de medicamentos), porém, para se evitar falar em “aumento” de preços, foi utilizada a expressão “flexibilização” de preços, que torna aquilo que é ruim para o consumidor em algo bem mais “simpático”, exatamente, por ser impreciso. Ao ler o texto que enviou lembrei, novamente, deste artifício governamental (assim como da impagável “pérola” batizada pelo governo de – empréstimo compulsório)!
Ao analisar o texto vou usar o processo inverso do usado no texto (e pelo governo nos exemplos acima) a fim de que os termos e conceitos utilizados no texto tenham seu real “peso” percebido.

A.3 - Quem é acusado de ser Falso Profeta: A acusação recai sobre as TJ, cada pessoa pertencente a esta religião, individualmente (informação da qual discordo totalmente – como irei esclarecer mais abaixo). Noto uma estratégia evidente no fato do texto afirmar esta inverdade – também irei indicar a razão mais abaixo.

B - Premissas Básicas:

B.1 - Instinto Humano: Nós, humanos, somos “craques” em apontar, comentar e, principalmente, condenar os erros dos outros, porém, quando erramos (se admitirmos que erramos), via de regra, tendemos a pensar que as condições objetivas nas quais estávamos ao errar justificam o erro cometido. Explicando de forma mais completa:
            Ao sermos confrontados com nosso próprio erro, nossa atitude pode ir da negação absoluta até a admissão (no todo ou em parte) e caso haja admissão, prevalecerá a ideia de que o erro era inevitável e se não era, então, não o cometemos por querer nem por maldade. Esta é a tendência do ser humano, logo, esta é a minha tendência e não tenho porque negar, a não ser que seja para mentir!

B.2 - Instinto Humano Agravado: O indicado “instinto humano” fica multiplicado quando o erro atinge e prejudica a muitas pessoas ao mesmo tempo (aqui, se não houver negação, nossa tentativa de convencer a nós mesmos e a terceiros de que o erro não foi tão grave e danoso assim e/ou de que era inevitável e/ou de que não foi feito por maldade, será ainda mais veemente).

B.3 - Instinto Humano Extremado: Se quem erra está em posição de autoridade sobre a vida de outras pessoas, em especial se tal autoridade for religiosa, a tendência de justificar o erro, a fim de não perder a autoridade, leva o ser humano a extremar seus mecanismos de defesa e, via de regra, isso chega a um ponto tão grave que veremos algo horroroso ocorrer – a RESPONSABILIZAÇÃO DA VÍTIMA pelo autor do erro!

B.4Seletividade: É inegável que nenhum profeta verdadeiro de Jeová profere profecias 24 horas por ida, 7 dias por semana e 365 (ou 366) dias por ano, isso é, nem tudo o que ele fala é profecia. Como exemplo extremado disto, lembro que quando um profeta pronuncia palavras sem contexto, como todo ser humano está sujeito a falar enquanto dorme, não estará profetizando. Tal realidade (ser profeta, falar, mas não estar profetizando), porém, não pode servir de “via de escape” para os falsos profetas (voltarei a este tema ao tratar do texto bíblico de Deuteronômio que irei transcrever e comentar mais abaixo).

B.5 – Auto Denúncia: Anunciar datas para “um fim do mundo” é algo tão biblicamente absurdo que tenho que enxergar com total surpresa e espanto quando aquele que assim anunciou tenta usar, a seu favor, o absurdo que é anunciar datas para o fim (isso eu só posso chamar de – desespero defensivo)! Na Despertai citada veremos que isso, por incrível que pareça, ocorre!
Feitos estes destaques, passo a considerar a argumentação usada, na ordem em que aparecem no texto que me enviou:

1 – Cada TJ, um(a) falso(a) profeta?
            O texto (inclusive o da Despertai mencionada) dá por correto (por mais incorreto que isso seja) que são as TJ (individualmente) as acusadas de serem falsos profetas, porém, isso sim é falso, não obstante, tal falsidade muito útil, pois, ela desperta em cada TJ que ler o texto a noção de que deve se defender de tal acusação "pessoal", o que, além de desviar o foco (de onde ele efetivamente está – o CG) aumenta a disposição mental das mesmas aceitarem os argumentos usados no texto, sem a necessidade de maior reflexão, afinal, o texto as está defendendo!
Porém, à pergunta título acima, deve ser respondido um profundo - Não!
Falso profeta é quem formula e primeiro divulga a
profecia falsa (que é falsa desde sua formulação)
e que vem a se confirmar falsa com o tempo.
Quem, meramente, divulga a profecia de outrem por acreditar, com todas as forças do seu ser, que as palavras deste “outrem” são o “alimento no tempo apropriado” (pertencente ao próprio Jesus – conforme revela o segundo pronome possessivo “seu” no singular, usado no verso 45 de Mateus 24 – TNM com Referências), é tão (ou até, mais) vítima do falso profeta e de sua falsa profecia, quanto são as demais pessoas que vierem a ser convencidos por ela.
É verdade que a TJ “comum” acaba sendo agente propagador de falsas profecias mas, isso não faz delas (efetivos e verdadeiros) falsos profetas, pois as TJ “comuns” e mesmo as “ungidas” não pertencentes ao CG, só recebem e divulgam alimento espiritual de “segunda mão” e é exatamente por isso que não podem ser considerados Falsos Profetas (o texto de Deuteronômio, que veremos abaixo, deixa isso claro).

2 – Análise de Deuteronômio 18:20 a 22: Logo após usar da acusação (genérica e falsa) de que a pecha de “falsos profetas” é de cada TJ, por terem divulgados datas que se mostraram incorretas, é citado o texto bíblico indicado (abaixo transcrito com destaques, a fim de que o analisarmos):
“o profeta que PRESUMIR de falar em meu nome alguma palavra que não lhe mandei falar ou que falar em nome de outros deuses, tal profeta terá de morrer. E caso digas no teu coração: “Como saberemos qual a palavra que Jeová não falou?” QUANDO O PROFETA FALAR EM NOME DE JEOVÁ e a palavra não suceder nem se cumprir, esta é a palavra que Jeová não falou. O profeta proferiu-a presunçosamente. Não deves ficar amedrontado por causa dele.”

Alguns pontos me “saltam aos olhos” quando leio o texto acima. São eles:

- Quem é Verdadeiro Profeta? – Uma primeira resposta (mais completa) seria: “aquele que fala coisas que se cumprem, a princípio, é um verdadeiro profeta, mas,  para ter o “selo de verdadeiro profeta”, é necessário que aquilo que disse e se cumpriu tenha vindo diretamente de Jeová, do contrário, mesmo havendo o cumprimento exato do que disse, não se poderá classificá-lo como um “verdadeiro profeta de Jeová”.
              Uma resposta mais curta (obtida à contrário sensu do indicado nos dois versos acima) seria:
“aquele que se limita a falar aquilo que, efetivamente,
 recebeu de Jeová para ser dito”.

              Obs – É exatamente por isso que as TJ, em geral, não podem ser chamadas de “falsos profetas”, pois, elas só divulgam aquilo que o CG manda que divulguem (aquilo que for publicado nas literaturas produzidas pelo CG, em especial, na Revista Sentinela). Para ser profeta, porém, é necessário receber “alimento no tempo apropriado” em “primeira mão” (como reivindica o CG) e não de “segunda mão” (como ocorre com as TJ em geral).

- Em Resumo – As TJ reproduzem as palavras e profecias do CG por crerem, piamente, que elas são “alimento espiritual no tempo apropriado” entregues ao CG por atuação divina. Segundo o texto bíblico, falso profeta é aquele que fala, ou presume falar em nome de Jeová, palavras que Jeová não lhe mandou falar e as literaturas do CG repetem, diversas vezes, que o CG é o único “canal de comunicação de Deus”, logo, se Jeová só se comunica, via CG, somente o CG pode ser, por definição, classificado como verdadeiro ou falso profeta.  Por todos, cito o seguinte exemplo:

Todos os que desejam entender a Bíblia devem reconhecer que a “grandemente diversificada sabedoria de Deus” pode ser conhecida através do canal de comunicação de Jeová, o escravo fiel e discreto. — João 6:68
S.1/10/94, p.8
- Como reconhecer (para além da auto reivindicação) um verdadeiro Profeta de Jeová hoje? – Minha resposta é: salvo pela certeza que advêm da fé (Hb. 11:1), nunca nos será possível ter certeza absoluta se alguém que se reivindica profeta de Jeová hoje,  é verdadeiro, pois, o único critério que temos (pelo menos segundo estes dois versos do livro de Deuteronômio) está no cumprimento exato daquilo que predisse, porém, tal critério não é conclusivo, pois, como já dito, é necessário que as palavras que se cumpriram tenham origem em Jeová, do contrário, mesmo com o perfeito cumprimento, não haverá certeza da legitimidade do profeta.
       Assim, o único critério absoluto que temos serve apenas para identificar falsos profetas e não para autenticá-los como verdadeiros – o que já nos é suficiente “X”.

Neste ponto, tenho que lembrar do belíssimo e poético texto de Is. 55:10:
10Como a chuva e a neve descem dos céus e não retornam para eles sem regarem a terra e fazerem-na brotar e florescer, a fim de que ela produza sementes para o semeador e pão para os que dele se alimentam, 11assim também acontece com a Palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas realizará toda a obra que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei.
Jeová não “trabalha com o engano”, não há contratempos com suas palavras, assim, uma vez saída de sua boa e reproduzida (tal e qual) por seu verdadeiro profeta, não haverá erro, as exatas palavras de Jeová, reproduzidas pelo profeta irão se cumprir com precisão absoluta, nenhuma interferência, deficiência ou ansiedade humana será capaz de perverter uma vírgula de tal palavra, e é exatamente por isso que a “fórmula” dada no texto de Deuteronômio já nos é suficiente: – se a palavra divulgada pelo profeta não se cumprir, nos exatos e absolutos termos que foram por ele anunciadas podemos, com toda a tranquilidade, apontar para o anunciador original de tais palavras e afirmar – ALI ESTÁ UM FALSO PROFETA

- SELETIVIDADE PROFÉTICA? – Retomando o ponto que deixei em aberto mais acima, necessário delimitar bem que, o fato de que nem toda palavra dita por um profeta (verdadeiro) de Jeová, é uma profecia de Jeová, não pode se transformar em uma “desculpa” para falsos profetas e neste sentido temos que perceber que a questão do tempo necessário a se revelar se o profeta é falso, só se dá do ponto de vista humano, isso é, nós é que precisamos esperar para ver se a palavra proferida pelo profeta se mostrará verdadeira ou falsa para que possamos chegar a alguma conclusão sobre ele, mas para Jeová, obviamente, não é assim: ou ele comissionou alguém para falar como seu profeta ou não fez isso, logo, se alguém que não foi comissionado por Jeová fizer uma profecia em nome Dele (por mais sincero que tal pessoa seja em acreditar que aquelas são palavras de Jeová) de antemão, Jeová já sabe que ali está um falso profeta (mesmo que tal palavra, por outras razões, se cumpra integralmente).
            E é aqui que o falso profeta pode (pensar) que conta com uma via de escape para fugir ao título de falso profeta, qual seja: Como o julgamento humano sobre o profeta e  a profecia depende da fluência do tempo, pode o profeta se aproveitar disso para usar do seguinte artifício (que expresso abaixo de forma bem “despojada”):
Se algo dito no passado pelo profeta “deu bom” no futuro – o profeta se aproveita disso para afirmar: Quando assim falei, falava como profeta de Jeová, porém, se algo dito no passado “deu ruim” no futuro, aí o profeta defende que quando disse aquelas palavras não estava atuando como Profeta de Jeová!
Esta seletividade, esta “malandragem” pode funcionar com muitos humanos mas não funciona com Jeová, pois este sabe, desde o início, se o profeta é verdadeiro ou falso e o fato de um falso profeta conseguir enganar a muitos (com o artifício indicado), não transforma sua natureza de falsa em verdadeira.
            Após, o texto afirma que podemos aplicar a “fórmula” de Deuteronômio “às TJ”, leia-se (para ser preciso) – “ao CG” e não concluiremos que encontramos um falso profeta.
Vejamos as razões apontadas (que nada mais são que uma transcrição de uma nota de roda-pé da Revista Despertai indicada).  Vou transcrever a parte inicial dela (sublinhados, enumeração e destaques acrescidos) a fim de comentar:
 IAs Testemunhas de Jeová, IIdevido ao seu anseio pela segunda vinda de Jesus, IIImencionaram datas que se mostraram incorretas. IPor isso, há quem as chame de falsos profetas. IVNo entanto, nunca NESSES CASOS presumiram que suas predições eram feitas ‘no nome de Jeová’. VINunca disseram: ‘Estas são as palavras de Jeová.’

IComo já dito, discordo completamente, ainda mais quando noto que a estratégia do CG é transformar as TJ de vítimas em culpadas!
II “Anseio” das TJ pela segunda vinda de Jesus, como justificativa para marcar falsas datas para o fim? Sinceramente, “X”!

Obs - Antes de comentar, mais uma vez é necessário lembrar que o (suposto) anseio, que levou a marcar datas, nada tem a ver com as TJ, tem a ver sim com o CG.
1 – O CG ensina que o segundo advento de Jesus ocorreu em 1914, porém, após esta data a STV marcou outras datas para o fim (1925, 1942 e 1975 são só alguns dos exemplos) e isso já revela que não foi a “ânsia” pelo “segundo advento” que levou à marcação de tais datas (a verdadeira “ânsia” do CG está na Guerra do Armagedom, ou seja, na eliminação da terra de quem não for TJ e na transformação desta em um paraíso).
2 – Vejamos a mensagem de At. 1:6 – 7 (que de forma, impressionante, estará citado no texto que você me enviou)!
 “Senhor, é neste tempo que restabeleces o reino a Israel?” Disse-lhes ele: “Não vos cabe obter conhecimento dos tempos ou das épocas que o Pai tem colocado sob a sua própria jurisdição.” 
Qualquer pessoa que saiba interpretar texto (ele nem precisa ser cristã) percebe, ao ler o verso acima que, segundo o texto, não adianta tentar obter conhecimento sobre “tempos ou épocas” que Jeová reservou só para Si e que tentar assim fazer OFENDE a Jeová, por tentar ingressar em um conhecimento que o mesmo não fornece e informa que não fornece.
            - Será que que membros de CG não conseguem perceber esta realidade?
- Será que a “ânsia” por conhecer “tempos e épocas”, realmente, serve de “salvo
conduto” para fazer o que Jeová proíbe, em nome de Jeová?

3 – “X”, se “ansiedade”, realmente, autoriza o CG a fazer aquilo que sabe que não pode fazer, então, temos que tal autorização se torna cada vez mais forte pois, a ansiedade se torna cada vez maior quando eventos que se esperam, ansiosamente, demoram a ocorrer, logo: 
 - DEVE o CG continuar anunciando datas (pois seu “salvo conduto”, está cada vez mais forte), porém, se assim não o fizer, é porque, dentro da lógica que utilizou para se justificar:
 - perdeu a “ânsia” que alegou como desculpa (o que “pega” muito mal para o CG, pois tal ânsia só deveria ficar cada vez maior);
- ou percebeu que a tal “ânsia” nunca foi desculpa por tentar fazer o que não pode fazer, logo, terá que arrumar uma outra desculpa!
Na sua opinião, qual dessas hipóteses vale hoje, “X”?
III Mencionaram datas”? “X”, como já havia indicado, uma das estratégias do texto é suavizar os termos, pois, se estes fossem escritos de acordo com a realidade, enfraqueceriam os objetivos de seu escritor.
Desculpe “X” mas transformar os termos certeiros que o CG usou ao fixar datas em “mencionaram datas” e afirmar que tais datas criaram “certa expectativa” (é neste sentido que o termo “expectativa” é usado) e, ao mesmo tempo, tentar justificar que fizeram aquilo que Jeová proíbe que seja feito, em razão da ANSIEDADE - recorre a evidente desonestidade intelectual.
O uso de “Mencionar data”  e com elas gerar “certa expectativa” no texto analisado, quer levar o leitor a acreditar que quando assim ocorreu, tudo não passou de  alguma citação genérica, em uma nota do rodapé, que de forma indireta apenas cogitou, em termos vagos, uma possibilidade de certo evento bíblico estar relacionado a certa data futura e que tudo não passou disso!
Quer fazer crer, também, que as TJ (que estavam todas ansiosas pelo segundo advento) não se deram ao trabalho de ir de porta em porta anunciando a data do evento tão esperado, até porque, nem devem ter encarado a marcação da data pelo CG como sendo “alimento no tempo apropriado” provido pelo “escravo fiel e discreto” a quem o próprio Jeová designou sobre todos os seus bens (Mt. 24:45)!?
“X” você sabe que não foi e nem poderia ter sido assim, afinal, quem marcou datas movidos pela “ânsia”, certamente, teria ainda mais “ânsia” de anunciar a data, até para demonstrar que está na religião que conta com o favor especial de Deus, afinal, tem um conhecimento vital que falta às demais religiões.
Como o objetivo aqui não é tratar das (muitas) “fake prophecies” do CG, não vou me aprofundar, vou citar apenas uma delas (referente ao ano de 1925) para que você possa perceber se as “TJ” apenas “sugeriram” a data de 1925 e se isso gerou apenas “certa expectativa”:

O livro  Proclamadores p. 425, afirma:
“Que mensagem empolgante proclamavam — “milhões que agora vivem jamais morrerão!” O irmão Rutherford proferira em 1918 um discurso sobre esse assunto. Era também o título dum folheto de 128 páginas publicado em 1920. De 1920 a 1925, esse mesmo assunto foi abordado vez após vez EM TODO O MUNDO em reuniões públicas em todas as regiões em que houvesse oradores, e em mais de 30 idiomas.” 
        Agora, note  como foi a “mera menção” a data de 1925, no referido “folheto” (p.111):
      
      A cousa principal a ser restituída é vida á raça humana; desde que outras escripturas definitivamente estabelecem o facto, de que Abrahão, Isaac e Jacob resussitarão e outros fieis antigos, e que estes seriam os primeiros favorecidos, PODEMOS ESPERAR EM 1925 a volta desses homens fieis de Israel, resurgindo da morte e completamente restituído á perfeição humana, os quaes serão visíveis e reaes representantes da nova ordem das cousas na terra.”
A data de tal evento é, sem dúvida, uma daquelas que Jeová reservou só par si, coisa que não está sob a jurisdição do homem (e em 1925 já fazia muito tempo te tal proibição era conhecida) porém, ainda assim, houve esta “pequena menção” àquilo que ocorreria no ano de 1925, em várias partes da terra e em mais de 30 idiomas!
            Poderia citar muitas outras literaturas da STV referentes a outras “datas mencionadas” mas essa é suficiente a revelar que se o escritor de tal Despertai teve que mentir ao relatar os fatos é porque aquilo que ele quer nos fazer crer, só pode ser falso.

IV  “nunca NESSES CASOS presumiram que falam em nome de Jeová”
“X”, com todo o respeito, aqui tenho que afirmar: para o escritor deste artigo da Despertai, “desonestidade pouca é bobagem”.
Lembra quando mencionei a “via de escape” dos falsos profetas (onde “dá bom” me reafirmo como “profeta de Jeová” e onde “dá ruim” afirmo que não estava falando como “profeta de Jeová”)? Não é exatamente isso o que vemos na afirmação ora comentada?
À contrario sensu do que está escrito no trecho IV acima então, em OUTROS CASOS (não comprometedores), aí sim o CG falou em nome de Jeová!

Aí fica muito fácil se reivindicar profeta
  verdadeiro, não é mesmo, “X”?
VINunca disseram: ‘Estas são as palavras de Jeová.’
Ou o CG abraça ou nega o título de “escravo fiel e discreto”, mas, enquanto o reivindicar e, razão disso, continuar exigindo que seja encarado como o “escravo fiel e discreto” de Mt. 24:45 e, portanto, como aquele que distribui “alimento no tempo apropriado” (alimento que lhe é dado por Jesus, conforme indica este mesmo verso bíblico, claramente), não poderá afirmar que certas coisas que disse, enquanto escravo fiel, não era “alimento no tempo apropriado”.
Além disso não era necessário dizer “estas sãos palavras de Jeová” para serem entendidas como tal, pois, se o CG as falou, na condição de “escravo fiel e discreto”, já temos (ou pelo menos deveríamos ter) a garantia bíblica de que tais palavras são “alimento no tempo apropriado” e a única forma do alimento ser apropriado é se vier de Jeová e não do escravo (por mais ansioso que ele esteja).
            Além disso, poderia citar inúmeras literaturas do CG nas quais, sem fazer qualquer ressalva, o CG se afirma que é profeta de Jeová comissionado a falar em Seu nome. Segue apenas um exemplo:

O QUE SE EXIGE DO MENSAGEIRO DE DEUS
Portanto, quando chegou o tempo para o nome de Jeová e seus propósitos serem declarados ao povo, junto com a advertência de Deus, de que a cristandade se encontrava no seu “tempo do fim,” quem estava habilitado para ser comissionado? Quem estava disposto a empreender esta tarefa gigantesca como “servo” de Jeová? Existia alguém a quem o “carro” celestial de Jeová se podia dirigir e parar na frente dele? De modo mais preciso, havia qualquer grupo ao qual Jeová estaria disposto a dar a comissão de falar como “profeta” em Seu nome, assim como se fez para com Ezequiel, lá em 613 A. E. C.?
S. 15/9/72 p. 537
Nem preciso transcrever o restante do texto para que conclua a qual grupo religioso esta Sentinela irá identificar como sendo aquele que Jeová comissionou a “falar como “profeta” em Seu nome”, preciso?
“X”, esta resposta já está bastante longa e ainda tenho mais a escrever e por isso vou transformar aquilo que já escrevi acima em uma primeira parte de nosso diálogo sobre este tema que propôs e, assim que possível, escrevo o restante dele.
       Peço que medite, profundamente, em tudo o que expus acima e me escreva indicando o que muda e não muda em sua convicção de que esta seguindo a um verdadeiro profeta e a razão de ter ou não mudado (minha intenção inicial é só escrever a segunda parte deste e-mail após receber suas considerações).
Att. 
IITs. 5:21.
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 Aos demais leitores: Quer concordar? Quer discordar? Quer acrescentar algo? Quer indicar alguma necessária correção gramatical no texto? Escreva para mim: 1tessalonicenses5.21@gmail.com – desde já, agradeço.