domingo, 1 de novembro de 2020

PESQUISA TJ2: Você confirma? Foi um Falso Profeta mesmo? Por quê?®

Caros(as) navegantes deste Blog:

Mais uma pesquisa (na qual resgato questionamentos já constantes do Blog), pesquisa elaborada para ser respondidas por TJ.

Assim, convido vc. leitor(a) TJ (e caso já não seja uma TJ e queira responder, peço que responda buscando prover respostas como se ainda fosse uma TJ), não só para que responda (link abaixo) mas para que o compartilhe a fim de que esta pesquisa possa chegar a mais TJ.

O link é:

https://forms.gle/E2hFyGgB84Bkq9di8

Desde já, agradeço.

sábado, 24 de outubro de 2020

PESQUISA1 - PESQUISA TJ: AUTO-HONESTIDADE E HONESTIDADE NO SERVIÇO DE PREGAÇÃO! ®

Caros(as) navegantes deste Blog:

Com esta postagem estou iniciando uma novidade - Pesquisas elaboradas para serem respondidas por TJ.

Assim, convido vc. leitor(a) TJ (e caso já não seja uma TJ e queira responder, peço que responda buscando prover respostas como se ainda fosse uma TJ), não só para que responda (link abaixo) mas para que  compartilhe a fim de que esta pesquisa possa chegar a mais TJ.

O link é:

https://forms.gle/PSAtU5hDjFtiCVZZ6

Desde já, agradeço.

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Não os julgue, isso é com Jeová! Julgue sim, os julgue como doentes!®

         Um ensino do CG, que a matemática já “derrubou” a muito tempo, tem a ver com a doutrina dos 144 mil pessoas que vão habitar o céu (conforme pretendo demonstrar em um futuro artigo).

Os chamados “ungidos” (os 144 mil com esperança celestial) já constituíram uma solução muito bem vinda para o CG, mas, hoje (na verdade, a partir de 1931), a existência de muitos ungidos (número que, se correto fosse o ensino do CG, só poderia diminuir – nunca aumentar) é algo que o CG tem que combater e é disso que trata o presente artigo.

Sobre este tema o livro “Seja Deus Verdadeiro” (que tem uma impressão de 1949 e outra em 1951 – isso em português), tratando do mesmo assunto, no mesmo parágrafo, teve que mudar as palavras, exatamente, em razão desta questão relacionada ao número dos ungidos. Notem:

11Tendo Deus fixado um tempo próprio para todo o propósito (Eclesiastes 3:1), o seu tempo de dar às criaturas terrenas a oportunidade de se alinharem para um prémio celestial é contado desde 29E.C. até, principalmente, 1931, chamado o “dia da salvação”. (2 Coríntios 6:2)”. Começou com Jesus no Jordão e agora está rapidamente passando.  edição de 1949 p. 296

Obs – A imprecisão da parte final (“agora está rapidamente passando” – lembrando que este “agora” é 1949) tem a ver, apenas como a possibilidade de se abrirem novas vagas na chamada celestial, em razão de algum ungido perder sua vaga por se mostrar infiel,  o que o CG admite ser possível com base em Rm. 11:17 a 22 (como veremos abaixo).

Já, na edição seguinte do mesmo livro (cerca de apenas 3 anos depois):

11 Deus determinou um tempo para cada propósito, e o seu tempo para conceder às criaturas na terra a oportunidade de se candidatarem à recompensa celestial começou a partir desde 29E.C. e foi chamado o “dia da salvação”. (2 Coríntios 6:2)”. Iniciou-se com Jesus no Jordão e se aproxima agora rapidamente de seu término. edição de 1952 p. 292

Notem: A menção a Ec. 3:1 desaparece (pois, não sabe quando se dá o encerramento da chamada celestial). Confirmando isso, a menção expressa a 1931 também some, para desvinculá-la de ser  a data do término do “dia da salvação” (na versão de 1952 o “dia da salvação” passa a se relacionar ao início do período - para mostrar que é um “dia” que ainda não se encerrou), tudo para tentar encobrir uma única realidade –  JEOVÁ ERROU em 1949 e não foi uma “nova luz” enviada por Jeová que revelou o erro, o que revelou o erro foi a matemática – um número que só poderia diminuir foi aumentando!

Aqui preciso abrir um parêntesis para afirmar: Notaram que afirmei acima que foi “Jeová quem errou” e não o CG (estou certo que a mente de uma TJ rejeita essa afirmação assim que a lê, afinal, Jeová não erra, não é mesmo?).

É muito provável que você tenha pensado: as palavras de 1949 não são de Jeová, mas sim, dos irmãos que escrevem aquela publicação, pois, eles não são inspirados, eles podem errar (já em relação às palavras de 1952 – você, provavelmente, já não terá grande dificuldade de atribui-las a Jeová, não é mesmo?).

Quando um TJ nega que um ensino do CG é, na verdade, um ensino de Jeová, está a TJ, seletivamente, negando Is. 54:13Todos os seus filhos serão ensinados por Jeová” assim:

quando se erra, o ensino foi de irmãos falhos, quando se acerta o ensino foi de Jeová (que conveniente para o CG)!

          Se para você leitor(a) é assim que funciona, então, tenho uma péssima notícia a lhe dar:

sua mente está programada

 para te enganar!

          Estou certo que quando se lembra, por exemplo, que as TJ apontaram, com muita antecedência, para 1914 e que nela ocorreu a 1ª guerra mundial você, com segurança e facilidade, conclui:

  1914 prova que a liderança das TJ

 é ensinado por Jeová (Is.54:13)

Ocorre que esta sua “seletividade mental”, como afirmei, não passa de auto enganação, pois, a afirmação abaixo, por exemplo, é verdadeira sempre ou é falsa sempre:

Tanto por palavras como por ações, jamais desrespeitemos o canal de comunicação que Jeová usa hoje em dia. S.15/11/09 p.14,§5º

Jeová nem falha nem muda, assim, se ele usa um instrumento humano, este instrumento não irá falhar nem irá mudar Suas palavras ao atuar como Seu “canal de comunicação”, assim, se o CG é o “canal de comunicação de Jeová”, toda a pronunciação deste canal é, nada mais nada menos, que a voz de Jeová (não é necessário aguardar para se saber se aquilo que emanou de tal canal se mostrará correto ou errado para só depois classificar tais palavras como sendo de Jeová ou não).

Fechado o parêntesis, vejamos a explicação que a Sentinela deu (em 2007) a um leitor que perguntou:

Quando termina a chamada de cristãos para a esperança celestial?

Assim começa a resposta:

A Bíblia não dá uma resposta precisa a essa pergunta. Sabemos que a unção dos discípulos de Jesus, com o objetivo de receberem uma herança celestial, começou em 33 EC. (Atos 2:1-4)

- Se a Bíblia não fornecer uma resposta, porque as TJ já a responderam a esta mesma pergunta?

- Só há uma resposta - Jeová não revelou na Bíblia mas revelou por intermédio de seu "canal de comunicação" ou não?

        Já notamos uma “mudança de ensino de Jeová” em 2007: tanto em 1949 quanto em 1952 se afirmou que a chamada celestial se iniciou com Jesus, no Jordão, em 29EC, aqui já se mudou o local (não se está mais no Jordão, mas sim em um casa) e o ano também mudou – de 29EC para 33 EC!?

Se souber explicar isso, por favor, me explique, mas se for uma explicação que afirme: “a data e o local indicados em 1949 e 1952 foram  erros humanos já, a data e o local indicados em 2007  foram ensinos de Jeová - nem precisa explicar!

- Um pouco mais a frente o texto afirma:

Do final do século 19 até 1931, a obra de pregação se concentrava em ajuntar os últimos membros do corpo de Cristo.

          Então, a expectativa inicial era (como já vimos), que em 1931 estava se encerrando a chamada celestial, mas, como vimos, em 1952 essa ideia já havia mudado. Procuremos em tal Sentinela o que ela diz a respeito:

Em 1935, entendeu-se que a “grande multidão” de Revelação 7:9-15 era composta de “outras ovelhas”— cristãos com esperança terrestre — que surgiriam nos “últimos dias” e que como grupo sobreviveriam ao Armagedom. (João 10:16; 2 Timóteo 3:1; Revelação 21:3, 4) Depois daquele ano, a obra de fazer discípulos passou a se concentrar no ajuntamento da grande multidão. Assim, especialmente depois de 1966, acreditava-se que a chamada celestial havia terminado em 1935.

Aqui temos uma novidade!

Em 1966 (em especial) se passou a entender (leia-se Jeová informou a liderança das TJ)  que a “chamada celestial” passou de 1931 para 1935 (o que indica que o fato da 2ª versão do livro “Seja Deus Verdadeiro” ter desvinculado o fim da chamada celestial de uma data, na verdade, serviu apenas para que se procurasse uma nova data para indicar como o fim do  “dia da salvação” (difícil entender Jeová com tantas dúvidas sobre algo que Ele “desde o princípio, anuncia o final” – Is. 46:10)!

Vejamos a sequência imediata do trecho acima:

 Isso pareceu confirmar-se pelo fato de que quase todos os que foram batizados depois de 1935 professavam ter esperança terrestre.

Notem: se a liderança das TJ “é o canal de comunicação de Jeová”, então, o que se deveria afirmar é que: “a data de 1935 é correta pois assim Jeová tornou conhecido por  intermédio de seu ´canal de comunicação´”

Mas não! A liderança está “tateando no escuro” sobre este tema (será que é apenas sobre ele?), a convicção que se formou, em especial, a partir de 1966, tem a ver com um fato que PARECE CONFIRMAR (poderia ser que sim, poderia ser que não) a data de 1935, qual seja:

o fato de que a grande maioria dos batizados, pós 1935, professarem esperança terrestre.

Como veremos na sequência, eventuais novos “ungidos” após 1935 (como também se cogitou para 1931) seriam apenas “peças de reposição”. É o que vemos na sequência imediata:

Achava-se que toda chamada celestial depois desse ano seria para substituir algum cristão ungido que se tornara infiel.

Realmente, se um ungido abandona a verdade e não se arrepende, Jeová chama outra pessoa para tomar seu lugar. (Romanos 11:17-22) Contudo, o número de verdadeiros ungidos que se tornam infiéis provavelmente não é muito grande.

Então, a expectativa, a partir de 1935, é de que o número de novos ungidos seria pequeno e, com o morte dos ungidos (fieis) mais antigos, o número total de ungidos iria só diminuir.

A Sentinela de 15/8/96 p. 30-31, contêm algumas estatísticas sobre o número de ungidos, baseado nela indico os seguintes números, apenas em relação aos “ungidos”:

1935 – 52.465

1965 – 11.550

1995 – 08.645

Nos anos indicados tudo estava funcionando conforme o esperado, porem, esta mesma Sentinela, afirma:

O relatório mais recente publicado é o do ano de 1995, e mostra que 28 mais do que no ano anterior tomaram dos emblemas, embora a proporção em relação aos que estavam presentes realmente tenha diminuído. Em suma, o fato de mais uns poucos terem escolhido tomar dos emblemas não deve preocupar.

          Note, aumento no número de ungidos pode ser motivo de preocupação (e realmente é, porque desmente o ensino dos 144 mil), mas lá em 1996 isso não deveria preocupar, como esclarece a mesma Sentinela na sequência imediata do parágrafo acima:

No decorrer dos anos, alguns, mesmo recém-batizados, de repente começaram a tomar dos emblemas. Em alguns casos, depois de um tempo, admitiram que foi um erro. Alguns reconheceram que tinham tomado dos emblemas numa reação emocional, talvez devido a uma tensão física ou mental. Mas passaram a entender que realmente não foram chamados para a vida celestial. Pediram que Deus compreendesse isso e que fosse misericordioso com eles. E continuam a servi-lo como cristãos excelentes, leais, com a esperança de vida eterna na Terra.

          Então, não havia motivo para preocupação, afinal, aqueles que  tomaram os emblemas em 1995 reconheceram que o fizeram indevidamente, assim, o ensino dos 144 mil está correto e não fica em risco por causa destes poucas errantes TJ e, visando reforçar isso, o artigo continua tranquilizando as TJ:

Nenhum de nós precisa preocupar-se quando alguém começa a tomar dos emblemas ou deixa de fazê-lo. Deveras, não cabe a nós dizer se alguém realmente foi ou não foi ungido com espírito santo e chamado para a vida celestial.

A ênfase para que não haja preocupações com o ensino dos 144 mil é evidente e note que ao firmar que “não cabe a nós dizer quem é quem não é ungido” isso inclui o CG!

          Ocorre que o número de ungidos continuou aumentando e com isso o CG teve que voltar ao tema na Sentinela de 2007 que estamos considerando.

          Antes de ver o que ela irá afirmar sobre o acréscimo de ungidos, se faz necessário destacar o seguinte parágrafo:

Por outro lado, com o passar dos anos, alguns cristãos que se batizaram depois de 1935 receberam do espírito santo o testemunho de que têm a esperança celestial. (Romanos 8:16, 17) Sendo assim, parece que não podemos especificar uma data para o fim da chamada de cristãos para a esperança celestial.

 Então, em 2007, de novo, se descartou mais uma data para o fim da “chamada celestial” (inicialmente se descartou 1931 e, não obstante a convicção que se formou, em especial a partir de 1966, de que 1935 marcou o “fechamento das portas do céu”, em 1997 a posição é que não se pode especificar uma data para este fato”)!

Vou resumir:

- Jeová mandou uma nova luz em 1946 (ano da publicação da primeira edição do livro “Seja Deus Verdadeiro” em inglês) apontando para 1931.

- Por volta de 1952 Jeová “apagou a luz anterior e acendeu outra” – não se sabia quando terminou a chamada celestial.

 - Em especial, a partir de 1966, “Jeová informou”, “apagando a luz anterior e dando uma nova”, que a chamada  celestial encerrou em 1935.

- Em 2007 uma “nova luz de Jeová” revogou a anterior, para, de novo, se concluir que não se sabe quando terminou a chamada celestial?

Aqui não tenho como deixar de fazer o trocadilho:

Renato Russo questionava – “Que país é esse?”

Eu questiono:

Que “Jeová” e que “canal de comunicação

 de Jeová” são esses, no qual as TJ

depositam toda a sua fé?

Aqui, para ser justo com o CG (embora o que irá se aconselhar desvie o foco de como fica o ensinos dos 144 mil diante do acréscimo dos “ungidos”), preciso destacar mais um trecho da Sentinela de 2007, pois, ela dá uma razão para as TJ não se preocuparem com o número crescente de ungidos, muito correta e muito bíblica, notem:

Como deve ser encarado alguém que, na época atual, passa a ter no coração a convicção de que é um dos ungidos e começa a tomar os emblemas da Comemoração?

Será que tal TJ deve ser discriminada, perseguida, julgada ou criticada por causa de tal atitude?

Não! O CG (ou seja, Jeová) ensina a forma correta de lidar com tais TJ, qual seja:

Ele não deve ser julgado ou criticado. O assunto é entre ele e Jeová. (Romanos 14:12).

Notem, o texto de Romanos:

 Assim, cada um de nós prestará

 contas de si mesmo a Deus

Aqui, se eu cresse que o CG é o “canal de comunicação de Jeová”, usaria este conselho para afirmar:

“Tanto o CG é “canal de comunicação de Jeová”, que foi capaz de dar o conselho acima”!

Porém, voltando ao trocadilho que usei acima, notem a “nova luz” (e a suas reprises) que “Jeová enviou” por intermédio de seu “canal de comunicação” depois de 2007:

Na Sentinela (de estudo) de 15/11/11, p. 22 (respondendo à questão: “Como devemos entender os dados do relatório anual de serviço? -  que mostrou o acréscimo de ungidos) vai comentando os números até que chega o momento de tratar dos números referentes àqueles que tomaram dos emblemas (pão e vinho) e aí, notem a nova e REVOLTANTE “luz Jeová enviou” por intermédio de seu “canal de comunicação”:

Participantes da Comemoração. Trata-se do número de batizados que tomam dos emblemas na Comemoração no mundo inteiro. Será que esse total representa o número de ungidos na Terra? Não necessariamente.

         Até então, de forma expressa (e pelo menos até onde eu saiba) nunca se havia questionado que o número de pessoas que tomam dos emblemas não reflete o número de ungidos, mas agora isso já é colocado em dúvida!

Obs - Na Sentinela de 1996, que vimos acima, como o acréscimo de um ano para o outro foi bem pequeno, apenas 28 pessoas a mais em todo o mundo, não se colocou em dúvida, de forma explicita, que o número daqueles que tomam os emblemas reflete o número de ungidos vivos, mas, aqui, isso foi feito expressamente, mas, o pior é o como isso foi feito. Notem:

 Diversos fatores — incluindo anteriores crenças religiosas ou desequilíbrio mental ou emocional — podem levar alguns a pensar erroneamente que receberam a chamada celestial.

- Ora! Onde está o:

... não cabe a nós dizer se alguém realmente foi ou não foi ungido com espírito santo e chamado para a vida celestial.

- Onde está a citação de Romanos 14:12?

- Onde está a ordem para os “novos ungidos TJ” não sejam julgados ou criticados?

Não há mais lugar para o texto bíblico de Romanos, nem para dizer que não se pode criticar pois, é exatamente isso o que o CG fez ao sugerir que seu ensino dos 144 está correto que  errados estão os doentes mentais ou emocionais que, por causa se sua doença mental ou emocional “ficam querendo” desmentir os ensinos dos 144 mil (em outras palavras - é isso o que o CG está afirmando)!

Antes de concluir a razão mais perversa de “Jeová” ter mandado esta odiosa “nova luz”, vajamos outra Sentinela que reitera o absurdo acima:

Sobe o título: “O que dizer do número dos que comem do pão e bebem do vinho?” afirma “Jeová”, por intermédio de seu “canal de comunicação”:

12Em anos recentes, temos notado um aumento no número dos que comem do pão e bebem do vinho na Celebração da morte de Cristo. Isso é bem diferente do que vimos por muitas décadas, quando o número diminuía. Será que o aumento atual deve nos preocupar? Não.

De novo a pergunta: “será que o aumento no número de ungidos deve nos preocupar” ou em outra palavras:

Devemos nos preocupar em estar acreditando em um erro ao acreditar que apenas 144 mil pessoas têm esperança celestial?

Vejamos a resposta:

13 “Jeová conhece os que lhe pertencem.” (2 Tim. 2:19) Os irmãos que fazem a contagem dos que comem do pão e bebem do vinho não podem julgar quem realmente tem a esperança celestial.

Mais uma vez se afirma (o que não acontecia antes do número de TJ que tomam os emblemas começar a subir muito) que a contabilidade feita não reflete o número de ungidos na terra. E veja porque é necessário questionar tal contabilidade:

 Esse número inclui pessoas que por engano acham que são ungidas. Depois de um tempo, alguns que começaram a comer do pão e beber do vinho pararam. Outros, por terem problemas mentais ou emocionais, acreditam que governarão com Cristo no céu. Então, o número de participantes não indica com precisão a quantidade de ungidos na Terra. S. 1/16 (estudo) p. 25-26, §13.

Meu Deus! Como “Jeová” foi perverso com esta “nova luz que enviou” por intermédio de “seu canal de comunicação”!

          Como vimos, em 2007 a orientação era:

não julguemos, não critiquemos,

 isso é entre a TJ e Jeová!

Mas, agora, isso mudou, agora temos dois grupos:

 - Aqueles que pararam ou que vierem a parar de tomar os emblemas, serão considerados vítimas de um engano (certamente, algo que deve ser relevado), porém

- Se a TJ insistir, ano após ano, em continuar tomando dos emblemas, aí ela vai ser encarada com uma doente mental ou emocional!

O CG, “o canal de comunicação de Jeová” foi genial aqui e, embora seja uma genialidade para o mal, embora seja uma genialidade perversa, ainda assim, é genial!

Notem:

- Diante da possibilidade de serem considerados doentes mentais ou emocionais por seus irmãos e irmãs, outras TJ tendem a não passar a tomar dos emblemas (isso estanca o problema).

- Ao serem julgados, criticados e considerados doentes (ou como pessoas que ainda estão contaminadas pela religião falsa das quais vieram), a tendência das TJ que passaram a tomar os emblemas é assim deixar de fazer (isso reduz e deve acabar com o problema em pouco tempo).

E se assim ocorrer, muito provavelmente, o CG deixará de colocar em dúvida que o número de pessoas que tomam os emblemas corresponde aos ungidos ainda vivos!

É do mal, mas é genial!

Mas não estamos falando de um produto comercial e das táticas de seu fabricante para proteger e promover seu produto.

Não! Estamos falando de fé e aí diz a lógica, principalmente aquela movida pelo amor que, se uma TJ  toma dos emblemas por ser doente mental ou emocional, ainda com mais razão, deveria o CG se proibir e proibir as TJ de criticar e julgar tais irmãos e irmãs, mas a proibição da Sentinela de 2007 não foi reprisada, exatamente, porque a intenção evidente do CG é que as TJ critiquem e julguem tais TJ como doentes mentais ou emocionais (seguindo o exemplo que veio de cima)!

Assim, se as TJ fizerem a “tarefa de casa” direitinho, perversamente,  “salvarão” o ensino dos 144 mil (que, como veremos em um próximo artigo, já é um ensino, mais falso que uma cédula de R$ 3,50; a séculos, conforme revela a MATEMÁTICA)!

- Para encerrar, repito:

Que “Jeová” e que “canal de comunicação

 de Jeová” são esses, no qual as TJ

depositam toda a sua fé?

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Discorda completamente de mim? Tem uma explicação bíblica que harmoniza cada detalhe deste artigo? Por favor, me conte que explicação é essa? Você vai encarar TJ que passaram a tomar dos emblemas como sendo doentes mentais ou emocionais ou vai aplicar o texto de Romanos, que o CG já invocou um dia? Encontrou algum erro de escrita que requerer correção? Indique onde está para que possa corrigir. Em resumo, você pode discordar totalmente, você pode concordar em parte ou totalmente, o que peço que não deixa de fazer é me escrever falando a respeito (mande um e-mail para 1tessalonisenses5:21@gmail ou deixe uma mensagem diretamente no Blog). Desde já agradeço.

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sábado, 15 de agosto de 2020

Certificai-vos Shorts (4) – Crenças "Café com Leite”(1) - Que verdade é esta das TJ?®

 Estou certo que quem ler este texto (desde que seja brasileiro) entenderá exatamente o que quero dizer com “café com leite” mas, como este site é muito acessado fora do Brasil, creio que é conveniente, ainda que seja apenas neste primeiro artigo desta nova série (dentro da categoria - Certificai-vos Shorts), explicar a expressão:

No Brasil, ser “café com leite” significa ser uma pessoa que (do ponto de vista numérico) é contada dentre os demais, mas que, na verdade, “soma zero” com os demais.

 Exemplo: se há 7 pessoas para formar dois times de futebol que irão se enfrentar,  um time ficará com um jogador a mais, porém, se um deles for considerado “café com leite”, na prática, se considerará que cada time tem 3 jogadores, pois, o “café com leite”, na verdade, não conta.

            Aplicando a expressão a este artigo, tenho certeza que há certas afirmações na literatura do CG que as TJ encaram, no consciente, como sendo uma verdade, mas, no subconsciente, o que enxergam é uma afirmação “café com leite”, só assim, é possível acreditar tanto na tese, quanto na antítese!

            Não cabe aqui tratar de como esta diferença de percepções entre o consciente e o inconsciente se dá, mas sim, comprovar que ela existe e afirmar que ela não pode ser saudável para a fé.

            No tema proposto (a verdade) este fenômeno entre as TJ se manifesta de forma invariável (pelo menos eu nunca vi variar em mas de 30 anos conversando com muitas TJ), também neste aspecto.

            Uma "verdade" que o CG ensina (na verdade aderem, pois, é um ensino muito anterior às TJ) é que algo que não ser verdadeiro e falso ao mesmo tempo e no mesmo contexto. Isso foi expresso nos seguintes termos:

19 A verdade não admite a existência de todas as espécies divergentes de doutrinas religiosas no mundo. Por exemplo, ou os humanos têm uma alma que sobrevive à morte do corpo, ou não têm. Ou a terra existirá para sempre, ou não. Ou Deus acabará com a iniqüidade, ou não. Essas e muitas outras crenças ou são certas, ou são erradas. Não pode haver duas verdades, quando uma não concorda com a outra. Ou uma ou a outra é verdadeira, mas não ambas. Crer sinceramente em alguma coisa e praticá-la não a torna certa, se realmente for errada.

Livro Poderá Viver..., p. 32

Aí está! A uma verdade “não café com leite” que as TJ aceitam NO CONSCIENTE: ou algo é ou algo não é, ou está certo ou está errado, a verdade não pode ser “sim” e “não” ao mesmo tempo.

Se, realmente, é nisso que as TJ acreditam, se é isso que elas sentem, então, o conselho abaixo é, realmente, muito pertinente:

5A modéstia e a humildade mental lubrificam as engrenagens da comunicação. (Pro. 11:2; Atos 20:19) As pessoas se sentiam atraídas a Jesus porque ele era “de temperamento brando e humilde de coração”. (Mat. 11:29) Por outro lado, uma atitude de superioridade afasta as pessoas. Assim, embora estejamos totalmente convencidos de que temos a verdade, é sensato evitar falar de modo dogmático. NMR- 8/02, p.8

Dogmáticos, autoritários, não são cativantes, assim, se há tanta certeza que conhecem a verdade, ao ensiná-la, as “engrenagens de comunicação”, realmente, precisam da lubrificação da humildade, por parte daquele que ensina.

            Obviamente, a declaração acima não poderia aparecer em uma Sentinela distribuída ao público e, por isso, elas se encontram em um boletim interno, restrito às TJ (pelo menos em sua forma impressa).

            E caso se pergunte: que “verdade” é esta que as TJ estão tão convencidas que possuem?

            Um membro do CG nos diz que “verdade” é esta (negrito no original e sublinhados e “vermelhitos” acrescidos):

A assistência não teve de esperar muito para saber. Gerrit Lösch, membro do Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, presidiu o programa e proferiu o discurso inicial. Ele fez esta pergunta interessante: “Você é um guerreiro?” Ele explicou que os cristãos são guerreiros da verdade, defendendo o inteiro conjunto de ensinos cristãos. Defender a verdade envolve mais do que ensiná-la às pessoas. S. 1/8/12. p.28

E para que não haja dúvidas de que “inteiro conjunto” é este, segue mais uma afirmação:

16Outra categoria de habilitações poderia ser chamada de conhecimento, conhecimento dos ensinos bíblicos, das profecias e da história bíblica, bem com dos princípios bíblicos. Sim, o domínio desse conjunto inteiro de ensino que conhecemos como “a verdade”. S. 1/9/66, p. 531

Ai está, aquilo que as TJ ensinam às pessoas, é a verdade sobre o “inteiro conjunto de ensinos cristãos”, isso é, “conhecimento dos ensinos bíblicos, das profecias e da história bíblica, bem como dos princípios bíblicos” é ao ensinar sobre cada um destes temas que as TJ têm que se esforçar para não ser dogmáticas, não obstante a certeza absoluta de que tudo o que têm a ensinar é, nada mais nada menos que a verdade.

O que espanta é que por meio das publicações da próprias TJ, também pode ser defendido, com tranquilidade que:

as TJ terem a verdade sobre o  conjunto inteiro das verdades bíblicas”é 100% “café com leite”!

No mesmo boletim interno (de 11/1985, p. 3), lemos um primeiro indicativo neste sentido:

Está ‘efetuando plenamente o seu ministério’? (2 Tim. 4:5) Cumpre fielmente suas designações teocráticas e mantém-se a par da verdade atual por estudar diligentemente a Palavra de Deus e o mais recente alimento espiritual distribuído pelo “escravo”? — Mat. 24:45-47.

Porque seria necessário estudar o mais recentemente alimento espiritual distribuído pelo CG (Mt. 24:45-47), se as TJ já são guerreiros que já defendem o “inteiro conjunto” da verdade?

Vejamos mais um indicativo: Uma Sentinela de 15/9/81 (p.22) citando outra, bem mais antiga, descreve algo que o próprio Jeová afirma!

Ministros? Não, diz o mundo e a igreja nominal, apenas os nossos, que usam veste “clerical” e pregam de nossos púlpitos é que são ministros de Deus. Sim, diz o Senhor, são meus servos (ministros) porque me servem, distribuindo a VERDADE ATUAL aos da minha família. Eu é que enviei a mensagem que levam. Quem os despreza, despreza a mim, e quem receber o selo na testa, que enviou por meio deles, conhecerá a doutrina, que ela procede de mim. “Minhas ovelhas conhecem a minha voz.”

Jeová afirma (pelo menos é o que se lê acima) que é Ele quem dá às TJ a – VERDADE ATUAL – e que quem despreza aqueles que levam tal mensagem desprezam a Ele (Jeová)!

Na Bíblia, Jesus afirma algo diferente, isso é, que a palavra de Jeová é, apenas:

A VERDADE (Jo.17:17)

E não uma (estranhíssima) “VERDADE ATUAL”!

A ideia de “verdade atual” explica a razão pela qual o CG afirmou às TJ que devem estudar:

o mais recente alimento  espiritual distribuído  pelo “escravo”?

E aí surge a pergunta crucial:

 VERDADES BÍBLICAS FICAM DESATUALIZADAS?

Voltemos à lógica do Livro Poderá Viver, adaptando-a à pergunta acima:

Não pode haver duas verdades (uma anterior e uma atual) sobre o mesmo tema bíblico, quando uma não concorda com a outra. Ou a anterior ou a atual é verdadeira, mas não ambas. Crer sinceramente em uma verdade mutante, praticá-la, ensiná-la a outros e dizer que são ensinos de Jeová, não a torna certa, se, realmente, for errada!

Caro leitor: Ou você acredita nas verdades que Jeová ensina na Bíblia ou você crê na verdades mutantes que o CG ensina (e atribuí a Jeová, como vimos na Sentinela de 1981 citada acima) aliás, leia Tg. 1:17 para perceber como é absurdo falar que Jeová ensina verdades mutantes!

Se seu consciente crê que tudo o que aprende na Sentinela é “a verdade” mas seu inconsciente sabe que deve tomar tais “verdades” apenas como “atuais”, então, você sabe que "no fundo" as “verdades” que aprende na Sentinela (e o que é pior - ensina a outros como sendo apenas - a verdade - aquilo que a Bíblia realmente ensina - o que acaba sendo bem desonesto) nada mais  são que verdades “café com leite” e, certamente, nenhuma fé saudável pode ser produzida a partir de tal dualidade!

Minha oração pelas TJ é que realmente meditem com coragem e sinceridade perante Jeová, em tudo o que escrevi acima, a partir de afirmações feitas pelo próprio CG.

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Após ler o texto acima (e meditar) você discorda que aquilo que escrevi acima é suficiente para concluir que em relação à "verdade" sua crença é "café com leite"? Ou você discorda por ter muitas e várias razões descartar minha argumentação? Pode ser também que você concorde e queira agregar outros elementos que levem à mesma conclusão. Você encontrou algum erro de escrita que requerer correção? Em  quaisquer destas questões, peço que escreva para mim, expressando seus pensamentos (você não tem obrigação alguma de concordar comigo, porém, gostaria muito de sabe porque discorda, se for o caso. Assim, escreva para mim, deixando um mensagem no blog ou por enviando um e-mail para 1tessalonicenses5:21@gmail.com. Desde já, agradeço!

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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Cartas Abertas: Rem. Mihran Ask (“falso profeta”). Dest. CG e TJ®

 Com esta nova publicação crio uma novidade para a série “Cartas Abertas” na qual vou escrever como se fosse uma outra pessoa e vou buscar reproduzir aquilo que, muito provavelmente, seriam (ou até foram) os raciocínios e argumentos que tal pessoa utilizaria dentro do tema tratado.

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01/01/1975

Gilroy - CA

A todas as Testemunhas de Jeová (TJ) e

à sua Liderança.

            Sou Mihran Ask, pastor da Igreja “Igreja Remanescente em Gilroy” e escrevo esta carta a todas as TJ e para sua liderança, em razão dos fatos que passo a narrar.

            Recentemente tomei conhecimento que no ano de 1958 meu nome foi citado na Revista A Sentinela, em sua edição 15/10, p.613 (edição em Inglês) e em várias outras partes do mundo (como no Brasil, na edição de 1/3/59, p.133) e ali fui acusado de ser um “falso profeta”!

            Ao escrever esta carta meu objetivo é demonstrar (a exemplo do que fiz, com os membros de minha igreja) que não sou, em hipótese alguma, um falso profeta e minha expectativa é que após ter feito tal demonstração, este minha carta venha a ser publicada na Sentinela, juntamente com uma nota de retratação desta religião pela a injusta, difamatória e antibíblica afirmação feita contra minha pessoa.  

- Transcrevo o trecho da referida publicação (destaques acrescidos) no qual sou citado e, sumariamente, acusado:

“EM CERTO momento, entre 15 e 23 de abril de 1957, o Armagedon arrasará o mundo! Milhões de pessoas perecerão nas suas chamas e a terra ficará devastada.” Assim profetizou certo pastor da Califórnia, Mihran Ask, em janeiro de 1957.

Tais falsos profetas tendem lançar descrédito sobre o assunto do Armagedon. Seria um sério engano, porém, rejeitar levianamente o Armagedon por causa deles.

Não posso negar que, realmente, após muito estudo e oração eu estava muito convicto de que o Armagedon iria ocorrer entre as datas em que indiquei, tão convicto que, com tranquilidade, passei a pregar e a divulgar minha convicção, inclusive, no jornal do qual a revista transcreveu as aspas acima.

Ainda não consegui entender a razão pela qual o Armagedon não ocorreu no intervalo que indiquei e, embora ainda não tenha encontrado, certamente, cometi algum involuntário erro de cálculo.

Não obstante, como já afirmei, não posso, de forma alguma ser taxado de “falso profeta” e passo a expor 7 (talvez 8 ou mais) razões que provam, cabalmente, que tal acusação é absurda e por isso, requer retratação.

1 – A Bíblia, entre outros, fala sobre falsos profetas em Dt.18:20 a 22 que assim afirma:

 “‘Se um profeta presunçosamente falar em meu nome alguma palavra que eu não lhe mandei falar ou falar em nome de outros deuses, esse profeta deverá morrer. Mas talvez você diga no seu coração: “Como saberemos que Jeová não falou essa palavra?” Quando o profeta falar em nome de Jeová e o que ele disser não acontecer nem se cumprir, então Jeová não falou aquela palavra. O profeta a falou presunçosamente. Você não deve ficar com medo dele.’

Com base neste texto é possível entender um “falso profeta” como sendo:

um indivíduo ou uma organização que proclama uma ou mais mensagens que atribuem a uma fonte sobre-humana, mas que, não se originam do verdadeiro Deus e não estão em harmonia com a sua vontade revelada.

Pela definição já fica claro que não sou um falso profeta, pois, eu nunca me reivindiquei um profeta de Deus, ao pregar que o Armagedon ocorreria entre as datas que indiquei, nunca afirmei que minhas palavras eram, na verdade, palavras do próprio Deus e que eu apenas as estava reproduzindo e, a maior prova disso, é que Deus sabe, exatamente, o ano, o mês, o dia, a hora, o minuto e os segundos em que iniciará o Armagedon, logo, se estivesse falando as palavras do próprio Deus, certamente, eu teria sido muito mais preciso do que indicar um intervalo de tempo entre duas datas.

            2 - Um mero erro de cálculo ao falar sobre um evento bíblico não transforma ninguém em falso profeta, afinal, olhando para a Bíblia e possível perceber que:

verdadeiros profetas predizem algo que irá ocorrer, mas podem não entender exatamente quando e como sucederá.

Notem:

- Dan. 12:9: “Vai, Daniel, porque as palavras são guardadas em segredo e seladas até o tempo do fim.”

- 1 Ped. 1:10, 11: “Os profetas . . . investigaram que época específica ou que sorte de época o espírito neles indicava a respeito de Cristo, quando de antemão dava testemunho dos sofrimentos por Cristo e das glórias que os seguiriam.”

- 1 Cor. 13:9, 10: “Temos conhecimento parcial e profetizamos parcialmente; mas, quando chegar o que é completo, será eliminado o que é parcial.”

- Pro. 4:18: “A vereda dos justos é como a luz clara que clareia mais e mais até o dia estar firmemente estabelecido.”

            O Armagedon irá ocorrer, isso é certo, é uma realidade bíblica, logo, a mera incompreensão de quando se dará este fato, não transforma alguém em falso profeta, como se vê pelos textos citados.

3 – A Bíblia também revela que Apóstolos e Discípulos de Cristo tinham expectativas erradas, mas a Bíblia não os classifica como “falsos profetas” em razão disso. Notem:

- Lucas 19:11 – Os discípulos pensavam que o Reino de Deus iria aparecer instantaneamente.

- João 21:22 e 23 Com base em uma fala de Jesus as pessoas passaram a pensar que um discípulo não iria morrer.

            Ter falsas expectativas é natural do ser humano e isso não lhe confere um certificado de “falso profeta”.

            4 – Um verdadeiro profeta pode profetizar algo incorreto e pode se corrigir (como tenho feito) e, ao assim fazer, prova que não se é um falso profeta!

A Bíblia tem um exemplo notável disso:

            Ninguém duvida que Natã era um verdadeiro profeta de Deus, não obstante, ele incentivou a intenção do Rei Davi de construir um templo para Deus, porém, esta não era a vontade de Deus, assim, Deus determinou a Natã que informasse a Davi que ele não faria tal construção.

Notem! Deus não rejeitou a Natã por ter profetizado, incentivando Davi a construir um templo que Deus não queria que fosse construído por ele, pelo contrário, continuou usando Natã porque ele se corrigiu com humildade (ver. 1 Cro. 17:1-4, 15), como também fiz na igreja em que sou pastor.

5 – Minha pregação, que chama a atenção e deseja por ver o cumprimento daquilo que irá se cumprir,  revela apenas que esperei para mais cedo aquilo que consta no cronograma de Deus, e isso revela alguém que crê e prega tudo o que a Bíblia diz e não só as bençãos que ela contêm (como muitos fazem) mas, também, os eventos trágicos que ela descreve.

Isso revela uma pessoa de fé que trata publicamente de temas difíceis e impopulares e não um falso profeta!

6 – No que minha previsão prejudicou a vigilância para o Armagedon?

Será que a partir de minhas palavras as pessoas vão se esquecer completamente ou vão se lembrar ainda mais do Armagedon?  

Será que alguém irá deixar de acreditar que estamos vivendo “nos últimos dias” por causa de minhas palavras ou passarão a acreditar que Deus não vai mais permitir uma “grande tribulação”?

Obviamente que não!

Minhas palavras, ainda que equivocadas em um pequeno detalhe, trazem o tema Armagedon à atenção e Deus quer que as pessoas não se esqueçam deste futuro e muito próximo evento, assim, não fiz nenhum desfavor ao reino de Deus, pelo contrário, trouxe à atenção algo que Deus quer que esteja na atenção de todos os que o seguem.

7 - A necessidade de revisar um detalhe no entendimento sobre um evento que irá ocorrer não me torna um falso profeta, nem muda o fato de que estamos vivendo “nos últimos dias”, não impede que presenciemos em breve a “grande tribulação”, pelo contrário, como já afirmei, só a destaca esta realidade!

(8) – Conhecem a expressão:

“quem tem teto de vidro não deve atirar pedras no teto do outros”?

Eu tinha muito pouco conhecimento sobre a religião de vocês e por isso não posso falar muito sobre ela, não obstante ter ouvido alguns rumores, mas, pela revista Sentinela na qual fui citado, noto que as TJ também falam sobre o Armagedon, sendo assim, será que se procurar na história desta religião não irie encontrar alguma data que foi indicada para ocorrência do Armagedon ou de algum outro evento descrito na  Bíblia?

Se encontrar vou voltar a lhes escrever, não para acusar, mas sim, para questionar como foram capazes de “atirar pedra” mesmo tendo “teto de vidro” e, principalmente, para saber as razões que os eximem de serem aquilo que me acusaram.

Assim, esta oitava (ou mais)  razões, se existirem, será usar em meu favor todos os argumentos que vierem a utilizar em favor de vocês.

Para encerrar, estou certo que vocês conhecem o texto de Mateus 7:1, que assim afirma:

“Parem de julgar, para que não sejam julgados”

Ninguém desta religião me procurou para saber o que eu tinha a dizer depois e, muito menos, antes de espalharem para todo este país e para vários países do mundo que eu sou um falso profeta, não tive nenhuma chance de defesa, vocês me julgaram, me condenaram e expuseram a sentença em público!

- Quão cristão é isso?

- É assim que devemos agir em relação a outras pessoas?

- É assim que vocês agem em relação a todos que não são TJ?

Não se esqueçam do verso 2 de Mateus 7, não se esqueçam que o julgamento ali mencionado não será humano, mas sim, de Deus, é Ele que os irá julgar com a mesma medida que usaram para me julgar!

Independentemente de vir a lhes escrever novamente, peço que esta minha carta seja publicada na Sentinela, juntamente com uma nota pedindo perdão pela difamação que promoveram contra minha pessoa.

Pior que “errar feio”, é ter a chance

 de se retratar e não fazê-lo.

Era isso que tinha a expor e requerer.

 

Neste momento, bastante descontente:

 

Pr. Mihran Ask.

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Leitor TJ, você concorda com os argumentos do Pastor, no todo ou em parte? Te convido a dizer no que concorda e no que discorda. Te convido também a responder às questões que estão ao meio ao texto, em especial, àquelas que estão em azul acima. Você continua concordando em 100% com aquilo que afirmou A Sentinela, mesmo após ler a carta acima? Conte-me por quê. Você acha que ao CG deve pedir perdão (ainda que póstumo) ao Pastor e aos familiares dele? Por quê? Você concorda que sua religião será julgada por Jeová com a mesma medida que usaram para julgar o Pastor? Encontrou algum erro de escrita que requerer correção? Diga-me onde está que eu corrijo. Para responder um, alguns ou todos os itens acima, deixe uma mensagem no e-mail 1tessalonicenses5:21@gmail.com ou no próprio Blog. Desde já, agradeço.

terça-feira, 4 de agosto de 2020

A TRÁGICA “SOLUÇÃO” QUE TJ E CATÓLICOS DÃO AO “PROBLEMA” CHAMADO – BÍBLIA.®

Quem acredita:

- Que Deus não mente.

- Que a Bíblia é a Palavra de Deus (por ter sido inspirada por Ele).

- Que Deus colocou na Bíblia tudo aquilo que precisamos saber sobre Ele.

- Que Deus deseja que todos os homens sejam salvos e tenham pleno conhecimento da verdade (ITm. 2:4).

- Que, portanto, as páginas da Bíblia são um verdadeiro “manual da salvação” e

- que Deus, além da “matéria de estudo”, deixou também um “professor” - o Espírito Santo (Jo. 16:13)

- Tem que acreditar, também, que em termos de “matéria impressa”, de “material de estudo”, nada além da Bíblia nos é obrigatório.

Isso é assim porque é exatamente isso que Jeová (que não mente) informou a toda a humanidade, por intermédio do Apóstolo Paulo, ao dizer (originalmente) a Timóteo, que ele deveria perseverar em crer em tudo aquilo que aprendeu na Bíblia (então disponível), pois, tais escritos:

15...podem torná-lo sábio para a salvação por meio da fé em Cristo Jesus.

E porque aquilo que Timóteo aprendeu, na fonte em que aprendeu, tem potencial para salvar? O restante do texto responde:

 16 Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça,

            Ora! Se Deus providenciou para que chegasse até nós um livro, cujo o verdadeiro autor é Ele próprio que é capaz de: ensinar (tudo o que Deus quer que saibamos), nos repreender (em tudo o que precisamos de repreensão), endireitar (tudo o que estiver “torto” e corrompido em nós) e, ainda, nos disciplinar em justiça, uma pergunta bem pertinente surge:

QUAL OUTRA OU OUTRAS “ESCRITURAS”

PODEM NOS SER OBRIGATÓRIAS?

O próximo verso, muito coerentemente, responde “nenhuma” ao afirmar:

 17 a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.

            A Bíblia nos faz “plenamente competente” e nos mantêm “completamente equipados” não só para toda a boa obra mas para a salvação (ela nos torna sábios para a salvação, conforme se lê no verso 15).

            Ocorre que se a Bíblia for suficiente em dizer tudo o que precisamos saber, não sobra espaço para o CG e para a Ig. Católica se colocarem como intermediários, como elementos necessários à salvação e sem isso não podem exercer autoridade sobre a vida de seus “fiéis”!   

            Assim, não obstante afirmarem crer na Bíblia, as TJ não acreditam na completude na Bíblia, não acreditam que, apenas com ela, estão COMPLETAMENTE EQUIPADOS para a salvação e para a prática de boas obras e neste sentido se assemelham aos Católicos, que também dizem crer na Bíblia mas também não creem que apenas com ela estão “completamente equipados” para os mesmos fins!

            As TJ precisam das “sagradas escrituras do CG” (escritos que constituem o “Magistério” das TJ – e, ao logo do tempo, formam sua - “Tradição”) a exemplo dos Católicos que necessitam da “Tradição” e do “Magistério” (como expus em outra postagem deste Blog).

Quem crê apenas na Bíblia, entende ser absurdamente contraditória a posição que TJ e Católicos adotam ao dizerem que creem na Bíblia mas a julgam insuficiente!

Este fato faz TJ e Católicos (graças ao ensino de suas lideranças) “tropeçam” em outro texto Bíblico no qual Jeová afirma, novamente por intermédio do Apóstolo Paulo (e orginalmente) aos Coríntios:

...aprendam a regra: “Não vão além das coisas que estão escritas”... (ICo. 4:6)

            A isso os Católicos podem responder: Deus proveu os Papas, assim, o que eles escrevem também são “escritos de Deus” logo, acreditar em fontes diversas da Bíblia, não é, na verdade, ir além das coisas escritas.

            Já as TJ podem afirmar: Jeová proveu o “escravo fiel e discreto”, logo, crer naquilo que ele ensina, não é ir além das coisas escritas.

A isso respondo a Católicos e TJ, respectivamente:

- Se Jeová provê os Papas e seus ensinos ou

- Se Jeová provê o “escravo fiel e discreto” e seus ensinos

- E, principalmente, se  Jeová provê tanto os Papas quanto ao “escravo fiel e prudente” então:

Jeová é promotor de imensa:

CONFUSÃO!

E não é qualquer confusão, é uma complexa confusão que tem, pelo menos, três níveis:

Ao prover fonte de ensino diverso da Bíblia Jeová contradiz, frontalmente, o que afirmou em II Tm. 3: 15 a 17 (texto que abrange tudo o que a Bíblia ensina)!

2º I Co. 4:6 se refere à Bíblia, logo, se viria a existir outras fontes de “coisas escritas”, não haveria porque Jeová afirmar “logo de saída” que não se deve ir além das coisas escritas - na Bíblia.

            Ao prover ensinos em fontes diversas da Bíblia e que entram em contradição com a Bíblia, Jeová causa a necessidade de se escolher em qual fonte acreditar o que agride, ainda mais, àquilo que afirmou em II Tm.3:15 a 17!

            Quando lembro a TJ e Católicos que Jeová “não é Deus de confusão” (ICo. 14:33), o que escuto (entre outras possibilidades) é a seguinte mentira:

“Não há contradição entre o que

 cremos e aquilo que a Bíblia ensina”.

Por mais falso que seja, um Católico pode afirmar o que se lê acima com sinceridade, pois, a Ig. Católica proveu uma forma de “eliminar” qualquer contradição entre a Bíblia e suas duas outras fontes de ensino conforme se vê no Catecismo:

"O ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita [Bíblia] ou transmitida [Tradição] foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo, isto é, aos bispos em comunhão com o sucessor de Pedro, o bispo de Roma." p. 36, #85

            Aí está a “solução”!

A Bíblia não fala por si mesma, há um “ofício” autêntico e único autorizado a “dizer o que a Bíblia diz”, assim (por mais que haja), para o Católico nunca haverá contradição entre as formas de “palavras de Deus” que aceitam, pois, o Magistério as “harmoniza”.

Feita cada harmonização, basta a Igreja ensinar os Católicos que é obrigatório crer em tudo o que ela ensina, o que é feito por intermédio da oração chamada de “ato de fé” que contêm o seguinte trecho:

Creio em tudo o mais que crê e ensina a Santa Igreja Católica, porque Deus, Verdade infalível, o revelou. Nesta crença quero viver e morrer.

Pronto! Estão “solucionadas” todas as contradições entre as fontes de “palavra de Deus” (por mais que não esteja).

            Entre as TJ não é diferente, pois, embora tudo o que o CG ensina seja, alegadamente, baseado na Bíblia há uma enorme a lista de ensinos “bíblicos” que deixaram de ser verdades bíblicas!

Se, por exemplo, listarmos o conjunto de todas as crenças que uma TJ, falecida a 20 anos atrás, cria e ensinava como sendo “verdades bíblicas” e o compararmos com o conjunto de tudo aquilo que as TJ creem e ensinam como “verdade bíblica” hoje, haverá muitas e importantes diferenças em tais conjuntos de “verdades bíblicas”, o que revela que antes ou agora as TJ estiveram ou estão crendo em pseudo verdades bíblicas, afinal, como ensina o próprio CG:

Não pode haver duas verdades, quando uma não concorda com a outra. Ou uma ou a outra é verdadeira, mas não ambas. Crer sinceramente em alguma coisa e praticá-la não a torna certa, se realmente for errada. (Lv. Poderá Viver, p. 32, §19)   

            Mas “nada disso é problema”, pois, entre as TJ também há um “ofício” autêntico e único autorizado a “dizer o que a Bíblia que dizer” e é tal ofício “elimina todas as contradições”, entre a “velha” e a “nova” verdade bíblica, sobre o mesmo tema!

A diferença entre a Ig. Católica e as TJ aqui é que a aquela é muito mais estável em seus ensinos, já as o CG é uma “máquina” de mudar de entendimento, o que deveria facilitar muito às TJ perceberem as inúmeras contradições e, para que isso não ocorra, com muito mais veemência, o CG usa de sua autoridade para não ser questionado. O exemplo que segue é definitivo em demonstrar isso:

Uma TJ não tem opção, ela tem que crer de todo o coração em tudo o que o CG ensina por mais que note contradições intransponíveis em tais ensino, até porque, a TJ não é chamada a pensar (salvo se for para concordar), ela só precisa aceitar!

O CG deixa tudo isso muito claro ao afirmar:

Devemos COMER, DIGERIR E ASSIMILAR o que se coloca diante de nós, sem rejeitar certas partes do alimento porque talvez não convenha ao capricho do nosso gosto mental. As VERDADES que havemos de publicar são aquelas que a organização do escravo discreto fornece, não algumas opiniões pessoais contrárias ao que o escravo providenciou como sendo sustento conveniente.

Percebam: Raciocínios favoráveis àquilo que o CG ensina são bem vindos, porém, raciocínios contrários são taxados de “CAPRICHO DO GOSTO MENTAL”, até porque, o que o CG só ensina VERDADES!

E se as “VERDADES” ensinadas, precisarem de “correção” (por mais contraditório que isso seja) como fica?

O restante desta mesma Sentinela responde:

Jeová e Cristo dirigem e corrigem o escravo conforme a necessidade, não nós como indivíduos. S.1/11/52, p.164

            Como se vê, o Magistério TJ também “impede” as contradições (por mais que elas existam aos montes), pois, nenhuma TJ está autorizada a discordar de nenhum ensino do CG! Literalmente:

a Coação vence a Razão!

            Como se vê, a solução com a qual TJ e Católicos “disfarçam” os ensinos contraditórios à Bíblia que possuem é a mesma:

Ter um órgão oficial que informa o que

a Bíblia tem a dizer, em tudo o que ela diz!

Assim, se corretos TJ e Católicos (isolada ou simultaneamente), tenho o seguinte (e estranhíssimo) conselho para vocês, leitores deste artigo:

Se quiserem saber o que a Bíblia tem a dizer sobre qualquer tema, NÃO PERCAM TEMPO CONSULTANDO A BÍBLIA, consultem o que escreveram aqueles que tem a autoridade para dizer o que a Bíblia diz! É muito mais inteligente fazer isso pois evita toda e qualquer má compreensão!

            Ocorre que esta “solução” (além de muito estranha) implica em outra ainda pior:

Se a Bíblia não fala por si mesma, então:

Esqueçam estas besteiras de Bíblia,

 de fé, e principalmente, de Deus!

Notem:

- Se Jeová mentiu (justamente) em II Tm. 3:15 a 17 (que fala sobre toda a Bíblia e a coloca com suficiente), então, tanto Jeová, quanto a Bíblia, quanto o interprete ou interpretes oficiais da Bíblia são indignos de qualquer confiança, pois a “matéria prima” de todos eles é a MENTIRA (e todos sabemos quem é o pai da mentira)!

Obs – Me sinto até mal de afirmar estes absurdos, mas a lógica não me deixa outra alternativa.

Embora sem dizer, é isso que o CG e a Ig. Católica têm que defender, no final das contas, para “abrirem espaço” para exercer poder sobre pessoas!!!

Eu escolho confiar na Bíblia.

E você, Leitor?

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Notou alguma distorção no que afirmei acima? Fui ilógico em algum raciocínio apresentado? Você não vê problema algum em acreditar na Bíblia mas crer que ela não fala por si mesma? Você concorda comigo e quer agregar outros argumentos? Você encontrou algum ou alguns erros de escrita que requerem correção? Para uma, algumas ou todos estas questões, peço que se manifeste, escrevendo para o e-mail: 1tessalonicenses5:21@gmail.com ou deixe uma mensagem no Blog. Desde já, agradeço.

Nota Legal – Os Artigos deste Blog estão protegidos pela Lei de Direitos Autorais. A reprodução de partes dos artigos é permitida desde que, citada a fonte e com indicação do link do artigo de onde foi retirada citação.