Um ensino do CG, que a matemática já “derrubou”
a muito tempo, tem a ver com a doutrina dos 144 mil pessoas que vão habitar o
céu (conforme pretendo demonstrar em um futuro artigo).
Os chamados “ungidos” (os 144 mil com esperança
celestial) já constituíram uma solução muito bem vinda para o CG, mas, hoje (na
verdade, a partir de 1931), a existência de muitos ungidos (número que, se
correto fosse o ensino do CG, só poderia diminuir – nunca aumentar) é algo que
o CG tem que combater e é disso que trata o presente artigo.
Sobre este tema o livro “Seja Deus Verdadeiro” (que
tem uma impressão de 1949 e outra em 1951 – isso em português), tratando do
mesmo assunto, no mesmo parágrafo, teve que mudar as palavras, exatamente, em
razão desta questão relacionada ao número dos ungidos. Notem:
“11Tendo Deus fixado um tempo próprio para
todo o propósito (Eclesiastes 3:1), o seu tempo de dar às criaturas terrenas
a oportunidade de se alinharem para um prémio celestial é contado desde 29E.C. até,
principalmente, 1931, chamado o “dia da salvação”. (2 Coríntios
6:2)”. Começou com Jesus no Jordão e agora está rapidamente passando. edição
de 1949 p. 296
Obs – A imprecisão da parte
final (“agora está rapidamente passando” – lembrando que este “agora” é
1949) tem a ver, apenas como a possibilidade de se abrirem novas vagas na
chamada celestial, em razão de algum ungido perder sua vaga por se mostrar
infiel, o que o CG admite ser possível com
base em Rm. 11:17 a 22 (como veremos abaixo).
Já,
na edição seguinte do mesmo livro (cerca de apenas 3 anos depois):
“11 Deus determinou um tempo para cada
propósito, e o seu tempo para conceder às criaturas na terra a oportunidade
de se candidatarem à recompensa celestial começou a partir desde 29E.C. e foi
chamado o “dia da salvação”. (2 Coríntios 6:2)”. Iniciou-se com Jesus no
Jordão e se aproxima agora rapidamente de seu término. edição de 1952 p. 292
Notem: A menção a Ec. 3:1
desaparece (pois, não sabe quando se dá o encerramento da chamada celestial).
Confirmando isso, a menção expressa a 1931 também some, para desvinculá-la de
ser a data do término do “dia da
salvação” (na versão de 1952 o “dia da salvação” passa a se relacionar ao início
do período - para mostrar que é um “dia” que ainda não se encerrou), tudo para
tentar encobrir uma única realidade – JEOVÁ ERROU em 1949 e não foi uma “nova luz” enviada
por Jeová que revelou o erro, o que revelou o erro foi a matemática – um
número que só poderia diminuir foi aumentando!
Aqui preciso abrir um parêntesis para afirmar: Notaram
que afirmei acima que foi “Jeová quem errou” e não o CG (estou certo que
a mente de uma TJ rejeita essa afirmação assim que a lê, afinal, Jeová não erra,
não é mesmo?).
É muito provável que você tenha pensado: as palavras
de 1949 não são de Jeová, mas sim, dos irmãos que escrevem aquela publicação,
pois, eles não são inspirados, eles podem errar (já em relação às palavras de
1952 – você, provavelmente, já não terá grande dificuldade de atribui-las a
Jeová, não é mesmo?).
Quando um TJ nega que um ensino do CG é, na verdade,
um ensino de Jeová, está a TJ, seletivamente, negando Is. 54:13 – “Todos os seus filhos serão ensinados
por Jeová” assim:
quando se erra, o ensino foi de irmãos
falhos, quando se acerta o ensino foi de Jeová (que conveniente para o CG)!
Se para você leitor(a) é assim que
funciona, então, tenho uma péssima notícia a lhe dar:
– sua mente está programada
para
te enganar!
Estou certo que quando se lembra, por
exemplo, que as TJ apontaram, com muita antecedência, para 1914 e que nela
ocorreu a 1ª guerra mundial você, com segurança e facilidade, conclui:
– 1914 prova que a liderança das TJ
é ensinado
por Jeová (Is.54:13)
Ocorre que esta sua “seletividade mental”, como
afirmei, não passa de auto enganação, pois, a afirmação abaixo, por exemplo, é
verdadeira sempre ou é falsa sempre:
Tanto por palavras como
por ações, jamais desrespeitemos o canal de comunicação que Jeová usa
hoje em dia. S.15/11/09
p.14,§5º
Jeová nem falha nem muda, assim, se ele usa um
instrumento humano, este instrumento não irá falhar nem irá mudar Suas palavras
ao atuar como Seu “canal de comunicação”, assim, se o CG é o “canal de
comunicação de Jeová”, toda a pronunciação deste canal é, nada
mais nada menos, que a voz de Jeová (não é necessário aguardar para se saber se
aquilo que emanou de tal canal se mostrará correto ou errado para só depois
classificar tais palavras como sendo de Jeová ou não).
Fechado o parêntesis, vejamos a explicação que a
Sentinela deu (em 2007) a um leitor que perguntou:
Quando termina a
chamada de cristãos para a esperança celestial?
Assim
começa a resposta:
A Bíblia não dá uma
resposta precisa a essa pergunta. Sabemos que a unção dos discípulos de Jesus,
com o objetivo de receberem uma herança celestial, começou em 33 EC.
(Atos 2:1-4)
-
Se a Bíblia não fornecer uma resposta, porque as TJ já a responderam a esta
mesma pergunta?
-
Só há uma resposta - Jeová não revelou na Bíblia mas revelou por intermédio de
seu "canal de comunicação" ou não?
Já notamos uma “mudança de ensino de Jeová” em 2007:
tanto em 1949 quanto em 1952 se afirmou que a chamada celestial se iniciou com
Jesus, no Jordão, em 29EC, aqui já se mudou o local (não se está
mais no Jordão, mas sim em um casa) e o ano também mudou – de 29EC para 33 EC!?
Se souber explicar isso, por favor, me explique, mas
se for uma explicação que afirme: “a data e o local indicados em 1949 e 1952 foram
erros humanos já, a data e o local indicados
em 2007 foram ensinos de Jeová - nem
precisa explicar!
- Um pouco mais a frente o
texto afirma:
Do final do
século 19 até 1931, a obra de pregação se concentrava em ajuntar os
últimos membros do corpo de Cristo.
Então, a expectativa inicial era (como
já vimos), que em 1931 estava se encerrando a chamada celestial, mas, como
vimos, em 1952 essa ideia já havia mudado. Procuremos em tal Sentinela o que
ela diz a respeito:
Em 1935, entendeu-se que a “grande multidão” de
Revelação 7:9-15 era composta de “outras ovelhas”— cristãos com esperança
terrestre — que surgiriam nos “últimos dias” e que como grupo
sobreviveriam ao Armagedom. (João 10:16; 2 Timóteo 3:1; Revelação
21:3, 4) Depois daquele ano, a obra de fazer discípulos passou a se
concentrar no ajuntamento da grande multidão. Assim, especialmente depois de
1966, acreditava-se que a chamada celestial havia terminado em 1935.
Aqui temos uma novidade!
Em 1966 (em especial)
se passou a entender (leia-se Jeová informou a liderança das TJ) que a “chamada celestial” passou de 1931 para
1935 (o que indica que o fato da 2ª versão do livro “Seja Deus Verdadeiro” ter
desvinculado o fim da chamada celestial de uma data, na verdade, serviu apenas
para que se procurasse uma nova data para indicar como o fim do “dia da salvação” (difícil entender Jeová com
tantas dúvidas sobre algo que Ele “desde o princípio, anuncia o final” – Is.
46:10)!
Vejamos a sequência imediata do trecho acima:
Isso pareceu
confirmar-se pelo fato de que quase todos os que foram batizados depois de 1935
professavam ter esperança terrestre.
Notem: se a
liderança das TJ “é o canal de comunicação de Jeová”, então, o que se deveria
afirmar é que: “a data de 1935 é correta pois assim Jeová tornou conhecido
por intermédio de seu ´canal de
comunicação´”
Mas não! A liderança está “tateando no escuro” sobre
este tema (será que é apenas sobre ele?), a convicção que se formou, em
especial, a partir de 1966, tem a ver com um fato que PARECE CONFIRMAR
(poderia ser que sim, poderia ser que não) a data de 1935, qual seja:
o fato de que a grande maioria dos batizados, pós 1935,
professarem esperança terrestre.
Como veremos na sequência, eventuais novos “ungidos”
após 1935 (como também se cogitou para 1931) seriam apenas “peças de
reposição”. É o que vemos na sequência imediata:
Achava-se que toda chamada celestial depois
desse ano seria para substituir algum cristão ungido que se tornara infiel.
Realmente, se um ungido abandona a verdade e
não se arrepende, Jeová chama outra pessoa para tomar seu lugar. (Romanos
11:17-22) Contudo, o número de verdadeiros ungidos que se tornam infiéis
provavelmente não é muito grande.
Então, a expectativa, a partir de 1935, é de que o
número de novos ungidos seria pequeno e, com o morte dos ungidos (fieis) mais
antigos, o número total de ungidos iria só diminuir.
A Sentinela de 15/8/96 p. 30-31, contêm algumas
estatísticas sobre o número de ungidos, baseado nela indico os seguintes
números, apenas em relação aos “ungidos”:
1935 –
52.465
1965 –
11.550
1995 –
08.645
Nos anos indicados tudo estava funcionando conforme o
esperado, porem, esta mesma Sentinela, afirma:
O relatório mais recente publicado é o do ano de 1995, e
mostra que 28 mais do que no ano anterior tomaram dos emblemas, embora
a proporção em relação aos que estavam presentes realmente tenha diminuído. Em
suma, o fato de mais uns poucos terem escolhido tomar dos emblemas não
deve preocupar.
Note, aumento no número de ungidos
pode ser motivo de preocupação (e realmente é, porque desmente o ensino dos 144
mil), mas lá em 1996 isso não deveria preocupar, como esclarece a mesma
Sentinela na sequência imediata do parágrafo acima:
No decorrer dos anos,
alguns, mesmo recém-batizados, de repente começaram a tomar dos emblemas. Em
alguns casos, depois de um tempo, admitiram que foi um erro. Alguns
reconheceram que tinham tomado dos emblemas numa reação emocional, talvez
devido a uma tensão física ou mental. Mas passaram a entender que realmente não
foram chamados para a vida celestial. Pediram que Deus compreendesse isso e que
fosse misericordioso com eles. E continuam a servi-lo como cristãos
excelentes, leais, com a esperança de vida eterna na Terra.
Então, não havia motivo para
preocupação, afinal, aqueles que tomaram
os emblemas em 1995 reconheceram que o fizeram indevidamente, assim, o ensino
dos 144 mil está correto e não fica em risco por causa destes poucas errantes
TJ e, visando reforçar isso, o artigo continua tranquilizando as TJ:
Nenhum de nós precisa preocupar-se quando alguém começa a
tomar dos emblemas ou deixa de fazê-lo. Deveras, não cabe a nós dizer se alguém
realmente foi ou não foi ungido com espírito santo e chamado para a vida
celestial.
A ênfase para que não haja preocupações com o ensino
dos 144 mil é evidente e note que ao firmar que “não cabe a nós dizer quem é
quem não é ungido” isso inclui o CG!
Ocorre que o número de ungidos
continuou aumentando e com isso o CG teve que voltar ao tema na Sentinela de
2007 que estamos considerando.
Antes de ver o que ela irá afirmar
sobre o acréscimo de ungidos, se faz necessário destacar o seguinte parágrafo:
Por outro lado, com o
passar dos anos, alguns cristãos que se batizaram depois de 1935 receberam do
espírito santo o testemunho de que têm a esperança celestial. (Romanos 8:16,
17) Sendo assim, parece que não podemos especificar uma data para o fim da
chamada de cristãos para a esperança celestial.
Então, em 2007,
de novo, se descartou mais uma data para o fim da “chamada celestial”
(inicialmente se descartou 1931 e, não obstante a convicção que se formou, em
especial a partir de 1966, de que 1935 marcou o “fechamento das portas do céu”,
em 1997 a posição é que não se pode especificar uma data para este fato”)!
Vou
resumir:
- Jeová mandou uma nova luz em 1946 (ano da publicação
da primeira edição do livro “Seja Deus Verdadeiro” em inglês) apontando para
1931.
- Por volta de 1952 Jeová “apagou a luz anterior e
acendeu outra” – não se sabia quando terminou a chamada celestial.
- Em especial,
a partir de 1966, “Jeová informou”, “apagando a luz anterior e dando uma nova”,
que a chamada celestial encerrou em 1935.
- Em 2007 uma “nova luz de Jeová” revogou a anterior,
para, de novo, se concluir que não se sabe quando terminou a chamada celestial?
Aqui
não tenho como deixar de fazer o trocadilho:
Renato Russo questionava – “Que país é esse?”
Eu
questiono:
Que “Jeová” e que “canal de comunicação
de Jeová” são
esses, no qual as TJ
depositam toda a sua fé?
Aqui, para ser justo com o CG (embora o que irá se
aconselhar desvie o foco de como fica o ensinos dos 144 mil diante do acréscimo
dos “ungidos”), preciso destacar mais um trecho da Sentinela de 2007, pois, ela
dá uma razão para as TJ não se preocuparem com o número crescente de ungidos,
muito correta e muito bíblica, notem:
Como deve ser encarado
alguém que, na época atual, passa a ter no coração a convicção de que é um dos
ungidos e começa a tomar os emblemas da Comemoração?
Será que tal TJ deve ser discriminada, perseguida,
julgada ou criticada por causa de tal atitude?
Não! O CG
(ou seja, Jeová) ensina a forma correta de lidar com tais TJ, qual seja:
Ele não deve ser
julgado ou criticado.
O assunto é entre ele e Jeová. (Romanos 14:12).
Notem,
o texto de Romanos:
“Assim, cada
um de nós prestará
contas de si
mesmo a Deus”
Aqui, se eu cresse que o CG é o “canal de comunicação
de Jeová”, usaria este conselho para afirmar:
“Tanto o CG é “canal de comunicação de Jeová”, que foi
capaz de dar o conselho acima”!
Porém,
voltando ao trocadilho que usei acima, notem a “nova luz” (e a suas reprises)
que “Jeová enviou” por intermédio de seu “canal de comunicação” depois de 2007:
Na Sentinela (de estudo) de 15/11/11, p. 22
(respondendo à questão: “Como devemos entender os dados do relatório anual
de serviço?” - que mostrou o acréscimo de ungidos) vai
comentando os números até que chega o momento de tratar dos números referentes
àqueles que tomaram dos emblemas (pão e vinho) e aí, notem a nova e REVOLTANTE “luz Jeová enviou” por intermédio de
seu “canal de comunicação”:
Participantes da
Comemoração.
Trata-se do número de batizados que tomam dos emblemas na Comemoração no mundo
inteiro. Será que esse total representa o número de ungidos na Terra? Não
necessariamente.
Até
então, de forma expressa (e pelo menos até onde eu saiba) nunca se havia
questionado que o número de pessoas que tomam dos emblemas não reflete o número
de ungidos, mas agora isso já é colocado em dúvida!
Obs - Na
Sentinela de 1996, que vimos acima, como o acréscimo de um ano para o outro foi
bem pequeno, apenas 28 pessoas a mais em todo o mundo, não se colocou em
dúvida, de forma explicita, que o número daqueles que tomam os emblemas reflete
o número de ungidos vivos, mas, aqui, isso foi feito expressamente, mas, o pior
é o como isso foi feito. Notem:
Diversos fatores — incluindo anteriores
crenças religiosas ou desequilíbrio mental ou
emocional — podem levar alguns a pensar erroneamente que
receberam a chamada celestial.
-
Ora! Onde está o:
... não cabe a nós dizer se alguém realmente foi ou não foi ungido com espírito
santo e chamado para a vida celestial.
-
Onde está a citação de Romanos 14:12?
-
Onde está a ordem para os “novos ungidos TJ” não sejam julgados ou criticados?
Não há mais lugar para o texto bíblico de Romanos, nem
para dizer que não se pode criticar pois, é exatamente isso o que o CG fez ao
sugerir que seu ensino dos 144 está correto que errados estão os doentes mentais ou emocionais
que, por causa se sua doença mental ou emocional “ficam querendo” desmentir os
ensinos dos 144 mil (em outras palavras - é isso o que o CG está afirmando)!
Antes de concluir a razão mais perversa de “Jeová” ter mandado esta odiosa “nova luz”,
vajamos outra Sentinela que reitera o absurdo acima:
Sobe o título: “O que dizer do número dos que comem
do pão e bebem do vinho?” afirma “Jeová”, por intermédio de seu “canal de
comunicação”:
12Em anos recentes, temos
notado um aumento no número dos que comem do pão e bebem do vinho na Celebração
da morte de Cristo. Isso é bem diferente do que vimos por muitas décadas,
quando o número diminuía. Será que o aumento atual deve nos preocupar?
Não.
De novo a pergunta: “será que o aumento no número de
ungidos deve nos preocupar” ou em outra palavras:
Devemos nos preocupar em estar
acreditando em um erro ao acreditar que apenas 144 mil pessoas têm esperança
celestial?
Vejamos a resposta:
13 “Jeová conhece os
que lhe pertencem.” (2 Tim. 2:19) Os irmãos que fazem a contagem dos
que comem do pão e bebem do vinho não podem julgar quem realmente tem a
esperança celestial.
Mais uma vez se afirma (o que não acontecia antes do
número de TJ que tomam os emblemas começar a subir muito) que a contabilidade
feita não reflete o número de ungidos na terra. E veja porque é necessário
questionar tal contabilidade:
Esse número inclui pessoas que por
engano acham que são ungidas. Depois de um tempo, alguns que
começaram a comer do pão e beber do vinho pararam. Outros, por terem problemas mentais ou emocionais, acreditam
que governarão com Cristo no céu. Então, o número de participantes não
indica com precisão a quantidade de ungidos na Terra. S. 1/16 (estudo) p. 25-26, §13.
Meu Deus! Como “Jeová” foi perverso com esta “nova
luz que enviou” por intermédio de “seu canal de comunicação”!
Como vimos, em 2007 a orientação
era:
não julguemos, não critiquemos,
isso é entre a TJ e Jeová!
Mas, agora, isso mudou, agora temos dois grupos:
- Aqueles que pararam ou que vierem a parar
de tomar os emblemas, serão considerados vítimas de um engano (certamente, algo
que deve ser relevado), porém
- Se a TJ insistir, ano após ano, em
continuar tomando dos emblemas, aí ela vai ser encarada com uma doente mental
ou emocional!
O CG, “o canal de comunicação de Jeová”
foi genial aqui e, embora seja uma genialidade para o mal, embora seja uma
genialidade perversa, ainda assim, é genial!
Notem:
- Diante da possibilidade de serem
considerados doentes mentais ou emocionais por seus irmãos e irmãs, outras TJ tendem
a não passar a tomar dos emblemas (isso estanca o problema).
- Ao serem julgados, criticados e
considerados doentes (ou como pessoas que ainda estão contaminadas pela
religião falsa das quais vieram), a tendência das TJ que passaram a tomar os emblemas
é assim deixar de fazer (isso reduz e deve acabar com o problema em pouco
tempo).
E se assim ocorrer, muito provavelmente,
o CG deixará de colocar em dúvida que o número de pessoas que tomam os emblemas
corresponde aos ungidos ainda vivos!
É do mal, mas é genial!
Mas não estamos falando de um produto
comercial e das táticas de seu fabricante para proteger e promover seu produto.
Não! Estamos falando de fé e aí diz a lógica, principalmente aquela movida
pelo amor que, se uma TJ toma dos
emblemas por ser doente mental ou emocional, ainda com mais razão,
deveria o CG se proibir e proibir as TJ de criticar e julgar tais irmãos
e irmãs, mas a proibição da Sentinela de 2007 não foi reprisada, exatamente,
porque a intenção evidente do CG é que as TJ critiquem e julguem tais TJ como doentes
mentais ou emocionais (seguindo o exemplo que veio de cima)!
Assim, se as TJ fizerem a “tarefa de
casa” direitinho, perversamente, “salvarão” o ensino dos 144 mil (que, como
veremos em um próximo artigo, já é um ensino, mais falso que uma cédula de R$
3,50; a séculos, conforme revela a MATEMÁTICA)!
- Para encerrar, repito:
Que “Jeová” e que “canal de comunicação
de Jeová” são
esses, no qual as TJ
depositam toda a sua fé?
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Discorda
completamente de mim? Tem uma explicação bíblica que harmoniza cada detalhe
deste artigo? Por favor, me conte que explicação é essa? Você vai encarar TJ
que passaram a tomar dos emblemas como sendo doentes mentais ou emocionais ou vai
aplicar o texto de Romanos, que o CG já invocou um dia? Encontrou algum erro de
escrita que requerer correção? Indique onde está para que possa corrigir. Em resumo,
você pode discordar totalmente, você pode concordar em parte ou totalmente, o
que peço que não deixa de fazer é me escrever falando a respeito (mande um
e-mail para 1tessalonisenses5:21@gmail ou deixe uma mensagem diretamente no
Blog). Desde já agradeço.
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